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Data de lançamento
17 Out. 1957Duração
Veronika e Boris estão apaixonados. Eles caminham pelas ruas de Moscou até o amanhecer. Mas a Segunda Guerra Mundial está começando e Boris, que trabalha numa fábrica, alista-se voluntariamente às forças armadas. Para a tristeza de sua família e de Veronika, ele parte para a frente de batalha.
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Mais um exemplar impecável do cinema soviético. O que Kalatozov faz aqui é uma aula, pois pelo três cenas são de uma perfeição técnica incomparável, com poucos paralelos vistos. A trama simples dá espaço para as atuações brilharem, a ponto delas serem o motor do filme, com destaque especial para a performance primorosa de Tatyana Samoylova. Além disso, é uma obra forte antiguerra, com um dos finais mais poderosos do gênero. De uma beleza e uma dureza ímpar.
Muito curioso ver a mudança das ruas em meio a guerra. E esse Mark ai hein? A cena dele foi um tanto dramática demais, o filme tem algumas cenas bem exageradas. Gostei da sequência do Boris, com as cenas misturadas, mas também foi bem exagerado.
Uma história simples de um casal separado pela guerra, Boris se alista mesmo sem comunicar a sua namorada Veronika, essa vive com o pai de Boris que é um médico e acaba se casando com o primo do seu namorado, logicamente vive infeliz e insatisfeita pois não o ama, até que em uma cena de hospital depois de um ataque histérico de um sobrevivente onde sua namorada se casou com outro, Fyodor faz um discurso que mulheres que não esperam por seus homens na guerra mereciam o desprezo, ela toma a decisão que jamais deveria ter abandonado, esperar por seu amado, até que um soldado que deixou o exército aparece com noticiais, destaco uma cena muito bem filmada que foi a do bombardeio no prédio e depois ele em chamas, a fotografia e a atuação da Tatyana Samojlova.
- esse mark é mau carater demais hein, pqp. talarico, mentiroso, enganador, traidor
- impressionante como a guerra é terrível e destruidora de vidas, mas gera uma quantidade infinita de ótimas histórias a serem contadas
- fotografia estonteante
The Cranes Are Flying possui uma produção simples, mas bastante cinematográfica.
Este fator fez-me sentir um tanto longe da trama e dos personagens. Mas certamente é um bom filme, com uma bela fotografia. Um filme que fez muitas pessoas chorarem por aqueles que não voltaram. Em uma nova onda, que foge um pouco dos filmes propagandistas oriundos da União Soviética, que foi originada após a morte de Stalin.
The Cranes Are Flying foge um pouco da demonstração dos eventos da guerra, dando espaço para acompanharmos a vida daqueles que estavam por trás de tudo isso. Há um breve contexto antipatriótico, onde ninguém inicialmente vê orgulho na guerra, mas ao mesmo tempo, demonstra o dever de cada cidadão naquele momento critico.