Giulio Sacchi, um marginal que vive de pequenos golpes, convence dois amigos a participarem do sequestro da filha de um rico industrial. Mas Giulio também é um psicopata com sede de sangue, que deixa um rastro de cadáveres atrás de si. Temendo pela vida da garota, o obstinado Comissário Grandi segue a trilha de crimes dos sequestradores.
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Milano Odia: La Polizia Non Può Sparare 1974 no Brasil, Quase Humano. Esse é bom, viu, me surpreendeu bastante.
Os dois protagonistas estão muito bem em seus papéis, tanto o Comissário Walter Grandi (Henry Silva) quanto o Giulio Sacchi (Tomás Milián), que rouba completamente a cena fazendo um assassino psicótico e um dos mais sem escrúpulos que já vi, sem princípios, sem moral nenhuma e sem qualquer limite. Ele não tem a menor ética possível, e
tudo o que ele faz no final, matando todo mundo, é a maior prova disso.
O pior é que o fdp é um ator foda e muito astuto, o que deixa tudo ainda mais perturbador. Na cena em que vai à delegacia relatar o sumiço de Iona Tucci (Anita Strindberg), o personagem entrega uma atuação dentro de outra atuação, é um jogo de cena impressionante,
Por mais arrombado que ele seja, ele tem carisma, isso é inegável, e o plano dele quase deu certo, muito por conta dessa capacidade de manipular todo mundo ao redor. Ele só foi burro de sacar a arma no final, exatamente o que o Comissário queria para ter uma justificativa. Quase se deu bem, e esse seria um raro final em que o crime compensa. Eu já vi bandidos que mereciam um final melhor, mas esse aqui jamais merecia algo além da morte ou, no mínimo, sofrer muito na cadeia.
Assistido em 31/01/2026
Policial italiano com uma violência crua e impactante, conduzido de forma segura por Umberto Lenzi. Lembra muito O Perseguidor Implacável (1971) de Don Siegel. O terceiro ato foi insatisfatório:
O comissário Grandi queria a todo custo salvar a garota mas age da mesma forma que o pai dela agiria. E quando é informado da morte da refém ele não esboça nenhum reação. Aliás o próprio filme trata a morte dela de forma fria e indiferente. Já o epilogo se rende ao lugar-comum da "justiça com as próprias mãos"
Que filmaço! Morricone, Milian dão show! Lenzi arrebentou tb na direção!
Trata-se do Rabid Dogs de Umberto Lenzi ,mas com sua própria identidade, um vilão da pior espécie enfrentando o sinistro Henry Silva q dessa vez é o mocinho,destaque a cena do estupro ao som de um sambinha brasileiro com a letra:mulher q não gosta de homem não é mulher.
Pollizziotescho com Henry Silva e Tomas Millian de 1974. Com música de Ennio Morricone e suspense e cenas de tensão em várias cenas. Filme violento, grandes interpretações e excelente trilha sonora. Henry Silva interpreta um comissário que busca respeitar a lei e fazer justiça, Tomas Millian interpreta um assaltante psicopata que realiza um sequestro. Os dois juntos realizam um bom trabalho neste filme dirigido por Umberto Lenzi. Final satisfatório. Nota também para
A cena de estupro que causa agonia