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Data de lançamento
25 Julho 2008Duração
Brendan Huff tem 39 anos, não possui emprego e vive com sua mãe, Nancy. Dale Doback tem 40 anos, também está desempregado e vive com seu pai, Robert. Em uma palestra Robert e Nancy se conhecem e, logo em seguida, decidem se casar. Isto faz com que todos passem a viver na mesma casa. Brendan e Dale se estranham assim que se conhecem, mas aos poucos a animosidade entre eles diminui.
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14.04.2009
Em Step Brothers (2008), conhecido no Brasil apenas como Step Brothers, temos aquela comédia escrachada das antigas, que praticamente não se faz mais, cheia de situações ridículas e completamente nonsense que chegam a beirar o utópico. E é justamente aí que mora a graça. O filme abraça o absurdo sem medo, constrói piadas em cima do exagero e transforma dois adultos imaturos em protagonistas de um caos infantil delicioso de acompanhar. Will Ferrell é mestre nesse tipo de personagem: o homem crescido preso na adolescência, completamente deslocado da realidade, mas que leva suas birras e ambições com uma seriedade hilária.
A relação entre Brennan (Will Ferrell) e Dale (John C. Reilly) é o coração do filme. Começam como dois completos estranhos obrigados a dividir espaço e terminam como duas crianças que finalmente encontraram o melhor amigo perfeito para alimentar suas fantasias e irresponsabilidades. A química entre os dois funciona demais, principalmente porque ambos se entregam totalmente ao ridículo. Reilly foi uma surpresa muito positiva, porque equilibra muito bem a ingenuidade com a agressividade infantil do personagem, e juntos eles criam momentos que beiram o constrangimento, mas nunca deixam de ser engraçados.
O irmão de Brennan, Derek (Adam Scott), é um capítulo à parte. O cara é extremamente arrogante, prepotente, aquele típico sujeito que se acha superior em tudo e faz questão de esfregar isso na cara dos outros. Ele representa o “adulto bem-sucedido”, mas é tão infantil quanto os protagonistas, só que de outra forma: vive de aparência, precisa de validação constante e trata todo mundo com desprezo. Isso cria um contraste interessante, porque o filme mostra que, no fundo, todo mundo ali tem algum nível de imaturidade.
A esposa dele, Alice (Kathryn Hahn), também é completamente fora da curva.
Do nada, ela desenvolve uma atração por Dale e simplesmente se joga na situação, o que só aumenta o nível de absurdo da trama.
E ainda tem a curta participação de Seth Rogen, que aparece rapidamente, mas deixa sua marca naquele estilo debochado já característico. É uma aparição pequena, mas que poderia ter mais tempo de tela.
No fim, é uma comédia que depende totalmente do gosto pelo absurdo e pelo humor constrangedor. Não é sofisticada, não tenta ser inteligente no sentido tradicional, mas entende perfeitamente o tipo de riso que quer provocar. Pode parecer bobo demais para alguns, mas quando você entra na proposta, a experiência fica muito divertida justamente por não se levar a sério em momento algum.
Assistido em 15/02/2026
Aquele filme besteirol que de cenas tão ridículas até trás alguma graça. Feito em uma época em que o estilo era comum é o tipo de filme que não emplaca mais atualmente.
John C. Reilly e Will Ferrell reeditam a dupla de tantos outros filmes. Mas os exageros do roteiro acabam atuando de forma negativa.
Assista apenas se não tiver nada de mais útil para fazer, o que convenhamos provavelmente lhe impedirá de assistir.
A parte deles sonâmbulo pegando os presentes e jogando na cama dos pais é sensacional o quanto é caótico e nonsense extremamente engraçado. Fora o deles jogando o pai da escada aleatoriamente hahahahahahahahaha
Filme caótico, gente maluca, situações idiotas com resoluções 3x pior do que começou...
A cena do videoclipe no jantar e o final é simplesmente esplêndida hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha