Um jovem militar retorna da Guerra do Paraguai e encontra sua prometida casada e também sua paixão secreta igualmente casada com um viúvo que tem uma filha. As coisas se complicam quando ele começa a se apaixonar pela moça, enteada de seu antigo amor, Iaiá Garcia.
Pecaminosamente, este maravilhoso filme do espetacular Vietri é desconhecidíssmo (não há na Internet nenhuma imagem dele, de modo que, para o cadastro, foi necessário improvisar a partir de uma das capas do livro IAIÁ GARCIA, no qual se baseia), o que é deveras injusto, visto que, com exceção das adaptações pessoais de Júlio Bressane, é uma das melhores transposições respeitosas de Machado de Assis para o cinema. O elenco está excelente, a cena final é encantadora, a direção é bastante segura e o roteiro é ótimo. A lamentar apenas certa frieza no transcorrer dos eventos, magistralmente compensada pela desoladora e belíssima imagem final, com uma epígrafe encantadora em sua aterradora sutileza ("
sempre resta alguma coisa no jardim das ilusões..."