Dois drogados, inadvertidamente, contrabandearam uma van, feita inteiramente de maconha do México para Los Angeles, com um sargento incompetente em sua trilha.
Comédia fraca, insossa, enfadonha, e arrastada que tive que usar a velocidade 1.25x do youtube pra terminar. Apesar de ser bem meio cheio das mesmices valeu só pelo ator que fica peladão quase mostrando o nú frontal.
Esbocei um sorriso acho que umas 2 ou 3 vezes no filme inteiro. Talvez se eu tivesse visto chapado acharia mais graça. Uma pena, estava com expectativas.
Para aquele que curti uma briza e uma crítica a polícia que não deixa eles viverem a vida como quer, em alguns momentos fez eu rir, não é o melhor filme de comédia, mais da pra passar o tempo
Depois de anos ouvindo falar dessa belissima obra enfim por acaso dei o play, que obra maravilhosa, é hilário e eu ri demais, sem dúvidas um dos filmes mais engraçados que existe. Logicamente a obra é voltada ao publico psicodelico.
A lendária dupla, Cheech Marin e Tommy Chong, alcançaram a fama nas décadas de 1970 e 1980 por suas hilárias rotinas de comédia stand-up baseadas no movimento de contracultura hippie que era popular na época. Nesse contexto, fumar maconha se tornou um grande papel em sua comédia, já que Cheech interpretou o papel de um imigrante mexicano que vive em Los Angeles e Chong, um hippie cujo seu principal objetivo é acender um baseado. Depois de lançar uma série de álbuns de comédia de sucesso no início dos anos 1970, a dupla decidiu transformar suas personas stand-up em outro meio: Filmes. Em sua primeira incursão no reino dos longas-metragens veio na forma de Queimando Tudo, que inesperadamente se tornou um dos filmes de maior bilheteria de 1978 e desde então tem sido amplamente considerado um sucesso cult. Comédia completamente hilária que deve ser dedicada a todos os consumidores de cannabis de alta potência. Existe o suficiente para este filme te disparar para a lua, porque há uma dupla de atores aqui que só funciona para Você. É claro que existem várias maneiras de entender o filme. Podemos ver apenas uma montagem banal de cenas da vida de viciados em alucinógenos, como vemos com muita frequência no cinema atual. Mas, se colocarmos o filme em seu contexto, tudo muda. A década de 1970 foi pós Vietnã, pós Geração Beat e pós-conceito de Geração Perdida, com o advento da cultura das drogas como meio de protesto e fuga de uma sociedade cada vez mais opressiva e desumanizada. Nesse sentido, estamos longe dos clichês de uma Se Beber, Não Case, mas estamos mais próximos de um Medo e Delírio em Las Vegas ou de um O Grande Lebowski. Em suma, um análise instantânea do estado de espírito de toda uma época, facilmente se enquadra na categoria de filmes entre os quais eu disse a mim mesmo "espero que não seja o fim, quero ver mais."
Comédia fraca, insossa, enfadonha, e arrastada que tive que usar a velocidade 1.25x do youtube pra terminar. Apesar de ser bem meio cheio das mesmices valeu só pelo ator que fica peladão quase mostrando o nú frontal.
Esbocei um sorriso acho que umas 2 ou 3 vezes no filme inteiro. Talvez se eu tivesse visto chapado acharia mais graça. Uma pena, estava com expectativas.
Para aquele que curti uma briza e uma crítica a polícia que não deixa eles viverem a vida como quer, em alguns momentos fez eu rir, não é o melhor filme de comédia, mais da pra passar o tempo
Depois de anos ouvindo falar dessa belissima obra enfim por acaso dei o play, que obra maravilhosa, é hilário e eu ri demais, sem dúvidas um dos filmes mais engraçados que existe. Logicamente a obra é voltada ao publico psicodelico.
A lendária dupla, Cheech Marin e Tommy Chong, alcançaram a fama nas décadas de 1970 e 1980 por suas hilárias rotinas de comédia stand-up baseadas no movimento de contracultura hippie que era popular na época. Nesse contexto, fumar maconha se tornou um grande papel em sua comédia, já que Cheech interpretou o papel de um imigrante mexicano que vive em Los Angeles e Chong, um hippie cujo seu principal objetivo é acender um baseado. Depois de lançar uma série de álbuns de comédia de sucesso no início dos anos 1970, a dupla decidiu transformar suas personas stand-up em outro meio: Filmes. Em sua primeira incursão no reino dos longas-metragens veio na forma de Queimando Tudo, que inesperadamente se tornou um dos filmes de maior bilheteria de 1978 e desde então tem sido amplamente considerado um sucesso cult.
Comédia completamente hilária que deve ser dedicada a todos os consumidores de cannabis de alta potência. Existe o suficiente para este filme te disparar para a lua, porque há uma dupla de atores aqui que só funciona para Você.
É claro que existem várias maneiras de entender o filme. Podemos ver apenas uma montagem banal de cenas da vida de viciados em alucinógenos, como vemos com muita frequência no cinema atual. Mas, se colocarmos o filme em seu contexto, tudo muda. A década de 1970 foi pós Vietnã, pós Geração Beat e pós-conceito de Geração Perdida, com o advento da cultura das drogas como meio de protesto e fuga de uma sociedade cada vez mais opressiva e desumanizada. Nesse sentido, estamos longe dos clichês de uma Se Beber, Não Case, mas estamos mais próximos de um Medo e Delírio em Las Vegas ou de um O Grande Lebowski. Em suma, um análise instantânea do estado de espírito de toda uma época, facilmente se enquadra na categoria de filmes entre os quais eu disse a mim mesmo "espero que não seja o fim, quero ver mais."