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Data de lançamento
28 Junho 2007Duração
Paris. Remy é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau. Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.
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Tão fofo
Qualquer um pode cozinhar.
Mas só os que tem coragem sempre se destacam.
Revisto e agora se tornou um favorito. Que filme maravilhoso!
Ratatouille 9/10
Continua ótimo na revisão. A brincadeira de levar um rato para a cozinha, cheio de dotes culinários únicos é absurda, gera curiosidade, mas é bem preparada desde o início, “Todo mundo pode cozinhar”. A história é contada pelo próprio Remy, o ratinho cozinheiro que narra suas aventuras passadas. Vamos aos poucos descobrindo como ele mudou a forma como alguns humanos pensam sobre os ratos, e principalmente, como os ratos pensam sobre os humanos
Além de muito carismático e divertido, a animação é brilhante quando aborda temas como confiança e empatia. Por mais que se passe grande parte em cenários de uma cozinha de um restaurante de luxo, há um charme na produção de Paris, até sua má fama de hospedar muitos roedores.
O salto do estilo da animação em relação aos filmes anteriores é notável, aqui já havia uma textura nos personagens, animais e humanos, que filmes como Nemo, Monstros SA e os primeiros Toy Story não possuíam.
A cena do crítico, super famosa, é excelente e muito compreensível. Todos nós possuímos coisas que nos remetem às nossas melhores memórias, e quando isso é trazido, até mesmo por um rato, podemos novamente nos encantar.
Esse filme funcionava muito comigo quando eu era criança, e ainda continua lindo. Mas ele tem um discurso extremamente capitalista sobre fome: "Ah, você só tem o direito de comer se merecer, mesmo que esteja com fome."