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Data de lançamento
19 Dez. 2014Duração
A divertida e talentosa fada dos animais, Fawn, acredita que você não pode julgar um livro pela capa ou um animal por suas presas, então ela faz amizade com uma criatura enorme e misteriosa conhecida como NeverBeast.
Enquanto Tinker Bell e suas amigas não tem tanta certeza em relação a essa assustadora adição ao Refúgio das Fadas, a elite das Fadas Escoteiras planeja capturar o monstro antes que ele destrua sua casa.
Fawn deve confiar em seu coração e ter fé, se ela espera reunir as garotas para salvar o NeverBeast
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Depois de cinco filmes com Tinker Bell no centro, acho que a melhor decisão da franquia foi justamente tirar um pouco o foco dela. E quem ganha esse espaço é Fawn, que já estava presente nos filmes anteriores, mas aqui finalmente recebe uma história que é realmente dela. A Disney coloca a fada dos animais diante de uma criatura que todos enxergam como uma ameaça, enquanto ela insiste em olhar além da aparência e entender o animal.
E essa mudança funciona muito bem. Fawn tem uma personalidade própria: é impulsiva, curiosa, apaixonada pelos animais e não consegue simplesmente abandonar uma criatura que acredita estar precisando de ajuda. Em vez de repetir o arco de Tinker Bell, o filme constrói um conflito que combina diretamente com quem Fawn é.
Também gosto de como o filme trabalha com duas formas diferentes de enxergar o desconhecido. De um lado, temos Fawn, que tenta compreender o monstro; do outro, as Fadas Escoteiras, lideradas por Nyx, que enxergam primeiro o perigo e só depois tentam entender o que está acontecendo.
E o mais interessante é que a criatura, Gruff, não é simplesmente um “monstro bonzinho”. A relação entre ele e Fawn vai sendo construída aos poucos, e isso dá ao filme uma carga emocional maior do que eu esperava de uma franquia tão voltada ao público infantil.
Depois de Fadas e Piratas, que para mim continua sendo o mais divertido, esse é provavelmente o mais interessante em termos de desenvolvimento de personagem. A troca de protagonista também evita aquela sensação de que a Disney estava apenas repetindo a fórmula de Tinker Bell pela sexta vez.
É uma maneira muito boa de encerrar a franquia: No fim, O Monstro da Terra do Nunca acaba sendo quase uma despedida de Tinker Bell sem precisar transformar isso em despedida. A franquia começou criando um universo para Tinker Bell e termina mostrando que esse universo já consegue existir sem depender dela o tempo inteiro.
Tinker Bell e o Monstro da Terra do Nunca foi um filme que me deixou com sentimentos mistos. Assisti no cinema quando foi lançado, mas, no geral, achei apenas mediano.
A história é bonitinha e tem alguns momentos fofos, mas não conseguiu me envolver tanto quanto os filmes anteriores da franquia.
Como encerramento da série Disney Fadas, confesso que esperava algo mais marcante e acabei ficando um pouco decepcionada.
Para mim, o que realmente se destaca no filme é a amizade entre Fawn e Ranzinza, que acabou sendo a parte que mais gostei de acompanhar.
Nota: 5.
Eu queria que tivesse filmes focando na silvermist e na iridessa.
uma pena que a Disney fechou o estúdio que produzia esses filmes e não continuo a franquia da Tinkerbell, os filmes eu lembro de serem bons, esse é muito fofo.
Não da pra aceitar o fim dessa franquia, quero um filme de cada fada do grupinho, e um filme de encerramento na minha mesa agora Disney