Tons de azul neon que transmitem uma sensação de algo longínquo, que não pode ser realizado; tons de uma frieza ardente, cintilante, como mostrado em certas partes do longa de Sevá. É algo indizível e tátil.
Apesar das críticas negativas, a atuação de Ana Maria Magalhães é convincente. Considerando a dificuldade de seu papel (facilmente tendente ao ridículo), ela mantém-se credível até a surpreendente reviravolta mnemônica da última cena. O elenco secundário está igualmente digno de menção, apesar de um subaproveitado Paulo César Pereio. O roteiro, por sua vez, é forçado em suas induções depressivas, mas, no geral, é capaz de garantir a adesão de quem se identifica com as lamúrias românticas da protagonista. Foi o meu caso... Ai, ai! (WPC>)
Tons de azul neon que transmitem uma sensação de algo longínquo, que não pode ser realizado; tons de uma frieza ardente, cintilante, como mostrado em certas partes do longa de Sevá. É algo indizível e tátil.
Belo filme nacional.
Trama,desenvolvimento, atriz principal.
Gostei .
Apesar das críticas negativas, a atuação de Ana Maria Magalhães é convincente. Considerando a dificuldade de seu papel (facilmente tendente ao ridículo), ela mantém-se credível até a surpreendente reviravolta mnemônica da última cena. O elenco secundário está igualmente digno de menção, apesar de um subaproveitado Paulo César Pereio. O roteiro, por sua vez, é forçado em suas induções depressivas, mas, no geral, é capaz de garantir a adesão de quem se identifica com as lamúrias românticas da protagonista. Foi o meu caso... Ai, ai! (WPC>)