Quando o entretenimento doméstico entra no mercado de Pequim na década de 1990, um antigo projecionista encaminha o seu filho para começar sua própria companhia de filmes piratas, mas o dinheiro fácil vem com o seu próprio preço.
Acho que dentro da proposta representa muito bem a realidade chinesa dos anos 90 por se pautar pela persistência e adaptabilidade do povo em um contexto de pobreza extrema no início de um longo processo de desenvolvimento. Tem uma pegada de neorrealismo italiano, então trata com simplicidade e normalidade de temas bem tristes, como a miséria durante a infância, sem forçar a barra. Além disso, afirma a identidade cultural chinesa por explorar o tema da relação entre pai e filho e discutir como o primeiro influencia o segundo e qual é o caminho correto a ser seguido de acordo com a filosofia tradicional do país.
Acima da média esse filme chinês. Uma graça com momentos engraçados com pai e filho fazendo dublagem de filmes conhecidos e as capas dos DVDs, a relação dos dois e as maracutaias dos dvds piratas. Tem também uma boa dose de drama, bem encaixado sem ser piegas,
que é quando o filho começa a se sentir usado. A gente já sabe que o pai vai se estrepar em algum momento e sim, o moleque acaba sendo influenciado pelas atitudes do pai. Aí o pai percebe que no afã de ficar com o filho esquece que ele é uma criança que tem suas necessidades (o filme do vulcão rs).
Bonitinho mesmo, parece um sessão da tarde, mas com uma boa mensagem. Vale bastante conferir.
Que filme legal ! Não pude deixar de fazer alguma analogia com Cinema Paradiso, que tanto me emocionou, não obstante se tratarem de histórias e contextos bem distintos.
História simples e comovente. É cheio de referências ao cinema clássico de Hollywood e serve para mostrar um pouco do cotidiano da China dos anos 1990, que é bem diferente do país mais aberto e tecnológico de agora.
Acho que dentro da proposta representa muito bem a realidade chinesa dos anos 90 por se pautar pela persistência e adaptabilidade do povo em um contexto de pobreza extrema no início de um longo processo de desenvolvimento. Tem uma pegada de neorrealismo italiano, então trata com simplicidade e normalidade de temas bem tristes, como a miséria durante a infância, sem forçar a barra. Além disso, afirma a identidade cultural chinesa por explorar o tema da relação entre pai e filho e discutir como o primeiro influencia o segundo e qual é o caminho correto a ser seguido de acordo com a filosofia tradicional do país.
Depois de passar por diversos desvios, o pai se conscientiza de que o caminho correto é o da simplicidade e da honestidade.
Perfeito para quem quer ver algo leve e simples.
Acima da média esse filme chinês. Uma graça com momentos engraçados com pai e filho fazendo dublagem de filmes conhecidos e as capas dos DVDs, a relação dos dois e as maracutaias dos dvds piratas. Tem também uma boa dose de drama, bem encaixado sem ser piegas,
que é quando o filho começa a se sentir usado. A gente já sabe que o pai vai se estrepar em algum momento e sim, o moleque acaba sendo influenciado pelas atitudes do pai. Aí o pai percebe que no afã de ficar com o filho esquece que ele é uma criança que tem suas necessidades (o filme do vulcão rs).
Que filme legal ! Não pude deixar de fazer alguma analogia com Cinema Paradiso, que tanto me emocionou, não obstante se tratarem de histórias e contextos bem distintos.
História simples e comovente. É cheio de referências ao cinema clássico de Hollywood e serve para mostrar um pouco do cotidiano da China dos anos 1990, que é bem diferente do país mais aberto e tecnológico de agora.
muito bom , tocante!