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Côte d'Azur, 1915. Em seus anos de crepúsculo, Pierre-Auguste Renoir é atormentado pela perda de sua esposa, as dores da velhice, doenças artríticas e a terrível notícia de que seu filho Jean foi ferido em ação. Mas quando uma jovem milagrosamente entra em seu mundo, o velho pintor é preenchido com uma energia nova e totalmente inesperada. Andrée se tornará sua última modelo, e a fonte de um rejuvenescimento incrível. De volta à casa da família para convalescer, Jean também cai sob o fascínio da estrela, essa nova ruiva do firmamento de Renoir. Em seu Éden Mediterrâneo - e em face da forte oposição de seu pai - ele se apaixona por esse espírito selvagem, indomável, nesse momento um cineasta começa a crescer.
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Não gostei da maneira que o filme retrata a Catherine Hessling (uma gold digger, praticamente uma prostituta).
A primeira parte do filme é bastante interessante, adoraria ver um longa sobre a fase final da vida de Pierre Renoir, um dos meus pintores franceses favoritos... Porém, o filme passa muito longe disso, e da metade em diante se concentra no romance bastante idiotizado do Jean Renoir e da Catherine. Me desagradou profundamente... O próprio Jean é retratado como quase um Zé Ninguém, sem expressão nenhuma... Louco por uns peitos.
Uma pintura de filme,realmente.A suavidade que é conduzido é um dos pontos principais e sempre valoriza os contos dos personagens.O romance existente é bem desenrolado,interessante e ganha muito espaço sem atrapalhar.
>Assistido em 02 de Janeiro de 2022
-Dou nota 7/10
um bom filme
Um filme bem interessante, com belíssimas paisagens e um ritmo bacana.
Confesso que conhecia muito pouco sobre a vida dos Renoir (tanto pintor quanto cineasta) e este filme me instigou a pesquisar um pouco mais depois.
Voltando para o filme, como história romântica ele fica devendo um pouco mas talvez a vida real não tenha contos de fadas mesmo, né?
Em poucas palavras, foi melhor do que eu esperava mas não foi um filme muito marcante para mim. Merece uma chance mas venha com poucas expectativas.
A fotografia do filme imediatamente te leva às pinturas de Renoir, é linda e esplêndida.
Uma das mais bonitas que já vi em cinema, com minha pouco experiência.
Um comentário abaixo diz exatamente a minha conclusão sobre o filme, ele te leva pra dentro do trabalho do pintor, mostrando o que vemos em suas obras: cotidiano, natureza e beleza feminina.
E aqui temos retratado o período em que pai e filho encontram na mesma mulher, Andrée, a sua musa. Para Pierre, sua última musa na pintura e para Jean, a mulher que o inspirou a ser cineasta.