Famoso fotógrafo começa a sofrer de terríveis visões, nas quais ele assassina suas modelos. Seus pesadelos tornam-se realidade quando as mulheres com quem trabalha começam a ser assassinadas e ele tem que lutar para provar sua inocência.
A começo dele, com direito a um efeito interessante na sequência dos créditos iniciais, parece promissor, mas com o decorrer da trama nós vamos notando que o longa tem vários problemas, claramente ligados a um orçamento curto e falhas de direção. Atuações são canastronas, há irregularidade no roteiro, as cenas de mortes não são tão bem elaboradas e, a revelação final tem um claro erro de conclusão.
É até válida a iniciativa do filme em fazer o assassino ser um portador de deficiência, algo que não é muito comum em ver em obras de terror e suspense, porém as partes onde eram mostradas as sequências das mortes percebia-se através dos movimentos, pela maneira como o assassino matava as suas vítimas, que ele não apresentava qualquer dificuldade em manusear armas brancas ou na forma como ele atacava as mulheres, algo que uma pessoa na condição dele não conseguiria fazer com tanta destreza.
Esse é um filme “arapuca”, daqueles que servem pra “pegar” telespectadores desavisados, apresentando uma história que nos direciona para um final, porém, tudo muda nos últimos minutos deixando a gente com cara de besta. Muito mal elaborado, atuações exageradas, e lógico, contém um final surpresa barato e que não convence ninguém. A parte boa é que me senti totalmente nos anos 80 assistindo ao “Super Cine”, onde costumava passar bastante esse tipo de suspense policial. Aliás, saiu em DVD recentemente pela Versátil Home Vídeo na coleção “Slashers”, só que… essa é mais uma pegadinha, já que o filme se encaixa mais no gênero Suspense Policial. Um slasher pode ser suspense, mas nem todo suspense é slasher.
Se não fosse pelas cenas de sexo e nudez, eu diria que Retrato Mortal era um telefilme. A violência é de jardim de infância, as mortes são ridículas e o roteiro, na tentativa de surpreender, perde completamente o sentido no final.
O protagonista é um canastrão de marca maior. Pior que o cara pega geral e se acha com sua camisa desabotoada, mas é o maior maracujá de gaveta. Parece uma versão camp do Julio Iglesias.
O que mais me chamou atenção foi Sally Kirkland , linda, alta e atlética, bem vulgar na pele de uma prostituta de rua.
A começo dele, com direito a um efeito interessante na sequência dos créditos iniciais, parece promissor, mas com o decorrer da trama nós vamos notando que o longa tem vários problemas, claramente ligados a um orçamento curto e falhas de direção. Atuações são canastronas, há irregularidade no roteiro, as cenas de mortes não são tão bem elaboradas e, a revelação final tem um claro erro de conclusão.
É até válida a iniciativa do filme em fazer o assassino ser um portador de deficiência, algo que não é muito comum em ver em obras de terror e suspense, porém as partes onde eram mostradas as sequências das mortes percebia-se através dos movimentos, pela maneira como o assassino matava as suas vítimas, que ele não apresentava qualquer dificuldade em manusear armas brancas ou na forma como ele atacava as mulheres, algo que uma pessoa na condição dele não conseguiria fazer com tanta destreza.
Uma obra aquém do esperado!
Esse é um filme “arapuca”, daqueles que servem pra “pegar” telespectadores desavisados, apresentando uma história que nos direciona para um final, porém, tudo muda nos últimos minutos deixando a gente com cara de besta. Muito mal elaborado, atuações exageradas, e lógico, contém um final surpresa barato e que não convence ninguém. A parte boa é que me senti totalmente nos anos 80 assistindo ao “Super Cine”, onde costumava passar bastante esse tipo de suspense policial. Aliás, saiu em DVD recentemente pela Versátil Home Vídeo na coleção “Slashers”, só que… essa é mais uma pegadinha, já que o filme se encaixa mais no gênero Suspense Policial. Um slasher pode ser suspense, mas nem todo suspense é slasher.
Se não fosse pelas cenas de sexo e nudez, eu diria que Retrato Mortal era um telefilme. A violência é de jardim de infância, as mortes são ridículas e o roteiro, na tentativa de surpreender, perde completamente o sentido no final.
O protagonista é um canastrão de marca maior. Pior que o cara pega geral e se acha com sua camisa desabotoada, mas é o maior maracujá de gaveta. Parece uma versão camp do Julio Iglesias.