Katie é uma mulher comum que trabalha numa fábrica e luta para cuidar de sua pequena filha. Quando conhece Paco, também um homem comum, algo mágico e milagroso acontece: eles se apaixonam. E do seu amor surge um bebê extraordinário: Ricky.
Mãe que faz filhos e não cuida direito é algo destável!! Primeiro a menina largada, depois o bebê com hematonas e aparece uma asas de frango nas costas e não vai ao médico. Filme perda de tempo nesse enredo sem pé nem cabeça e chato!!
Em uma fábrica comum, Katie labuta incansavelmente, retratando a luta da classe trabalhadora. Seu encontro com Paco, um colega ordinário, desencadeia um romance mágico, refletindo a redenção nos cantos mais mundanos da vida. O nascimento de Ricky, um bebê excepcional com asas, irrompe como um milagre surreal em uma narrativa inicialmente realista.
François Ozon, conhecido por suas incursões na complexidade humana, ousa adentrar o território fantástico, resultando em um trabalho que oscila entre o encanto e o desconforto. A transformação da trama, de um drama cotidiano para um conto surreal, desafia as expectativas, proporcionando momentos de estranheza e reflexão.
Enquanto algumas cenas surrealistas cativam, outras testam os limites da suspensão de descrença. A desatenção da mãe em situações cruciais acrescenta camadas de tensão e melancolia à narrativa. No entanto, a beleza singela de Ricky e a poesia de seu último encontro com Katie garantem um encerramento emotivo.
"Ricky" emerge como uma obra peculiar na filmografia de Ozon, oscilando entre o mundano e o extraordinário. Embora irregular em sua execução, o filme permanece como uma experiência curiosa, capaz de despertar emoções diversas e provocar reflexões sobre os limites da realidade e da fantasia.
Não parece um filme do François Ozon, fraco e inexpressivo. Provavelmente o parisiense estava pagando alguma dívida... Pouco assistível e nada recomendável, pior trabalho do diretor.
Mãe que faz filhos e não cuida direito é algo destável!!
Primeiro a menina largada, depois o bebê com hematonas e aparece uma asas de frango nas costas e não vai ao médico. Filme perda de tempo nesse enredo sem pé nem cabeça e chato!!
Só pode ter sido dívida de jogo
Em uma fábrica comum, Katie labuta incansavelmente, retratando a luta da classe trabalhadora. Seu encontro com Paco, um colega ordinário, desencadeia um romance mágico, refletindo a redenção nos cantos mais mundanos da vida. O nascimento de Ricky, um bebê excepcional com asas, irrompe como um milagre surreal em uma narrativa inicialmente realista.
François Ozon, conhecido por suas incursões na complexidade humana, ousa adentrar o território fantástico, resultando em um trabalho que oscila entre o encanto e o desconforto. A transformação da trama, de um drama cotidiano para um conto surreal, desafia as expectativas, proporcionando momentos de estranheza e reflexão.
Enquanto algumas cenas surrealistas cativam, outras testam os limites da suspensão de descrença. A desatenção da mãe em situações cruciais acrescenta camadas de tensão e melancolia à narrativa. No entanto, a beleza singela de Ricky e a poesia de seu último encontro com Katie garantem um encerramento emotivo.
"Ricky" emerge como uma obra peculiar na filmografia de Ozon, oscilando entre o mundano e o extraordinário. Embora irregular em sua execução, o filme permanece como uma experiência curiosa, capaz de despertar emoções diversas e provocar reflexões sobre os limites da realidade e da fantasia.
Não parece um filme do François Ozon, fraco e inexpressivo.
Provavelmente o parisiense estava pagando alguma dívida...
Pouco assistível e nada recomendável, pior trabalho do diretor.
E o grande mistério é que o pirralho nasceu com asas, óóó....
Inaceitável como a burra da mãe perdeu o bebê que nem balão.
O pequeno milagre da classe trabalhadora.