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Data de lançamento
6 Set. 2013Duração
Traído pela sua própria raça e deixado para morrer em um planeta desolado, Riddick (Diesel) luta para sobreviver em um ambiente hostil repleto de predadores alienígenas e caçadores de recompensas de toda a galáxia em seu encalço. Riddick se lança em uma violenta jornada de vingança antes de retornar ao seu planeta natal, Furya, para salvá-lo da destruição.
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⚠️ Alerta de Spoilers: Se você ainda não assistiu esse filme, corre daqui.
Durante boa parte dos anos 2000 eu esperei uma continuação de "A Batalha de Riddick", mas o que veio foi um filme covarde e descartável. Em vez de dar sequência à mitologia gigante, o diretor David Twohy e o Vin Diesel tremeram na base e meteram um remake genérico disfarçado de "Eclipse Mortal", pensando que a gente é besta.
Em vez de explorar as conspirações, as revoltas e a grandiosidade daquele império espacial único, a dupla jogou tudo no lixo por falta de verba e medo de arriscar. Nos primeiros quinze minutos, o filme faz uma gambiarra inacreditável para tirar o Riddick do trono dos Necromongers, joga-o num planeta de pedra desértico e finge que o império espacial nunca existiu. De repente, a saga barroca espacial vira uma novela B de como sobreviver com um cachorro alienígena contra um bando de mercenários burros.
A produção economizou tanto que o longa virou um festival de CGI de estúdio, com fundo azul escancarado e uma fotografia amarela e alaranjada tão forte que a gente fica daltônico de tanto cansaço nas vistas. Minha mãe fala que esse filme é o "Riddick do cachorro". O sujeito passa metade da trama num planeta desértico adestrando pet alienígena e lutando contra cobras de lama, enrolando a gente até aparecerem os mercenários.
Quando eles finalmente chegam, o filme sai do "módulo pet" e afunda a coisa de vez nos clichês de ação. A trama tenta transformar o Riddick num ser supremo imbatível, que surge das sombras matando o bando como se fosse o John Wick. A apelação é tanta que a tensão foge mais rápido que a nave que o Riddick estava tentando roubar na história. Você fica despreocupado com a trama, porque sabe que ele vai aparecer do nada, matar alguém, roubar as coisas e dizer alguma frase de efeito com aquela voz de motor antes de ir embora.
O elenco de apoio roda no piloto automático: Dave Bautista, Katee Sackhoff, Bokeem Woodbine, Jordi Mollà e Matt Nable parecem bonecos de videogame, servindo apenas de bucha de canhão pra alimentar o ego do protagonista. Quando a chuva cai, a noite chega e as criaturas do lamaçal atacam, ele precisa negociar com os sobreviventes para escapar na nave. Você assiste a um remake safado e fraco de "Eclipse Mortal" tomar a tela, sem medo e sem vergonha.
Trocar uma saga espacial autêntica e grandiosa como foi "As Crônicas de Riddick" por um remake genérico, com CGI alaranjado e um cachorro de estimação, foi foda. "Riddick 3" não é apenas uma sequência fraca e horrorosa; é o enterro melancólico de um universo que tinha tudo para arrebentar nas telas do cinema.
Eu não entendi muito qual é a desse filme, o primeiro era o foco num planeta hostil e um cara misterioso, um filme de terror, o segundo já mudou totalmente criando uma seita e um universo proprio que foi até legal, já esse aqui quis voltar pras origens mas a execução foi péssíma, muitas cenas de vergonha alheia, RIDDICKULO
🎬 Riddick 3 (Riddick, 2013 – 1h59min)
Terceiro capítulo da jornada do anti-herói mais bruto da ficção científica moderna, interpretado novamente por Vin Diesel no papel de Richard B. Riddick, o filme funciona quase como um retorno espiritual ao clima de Eclipse Mortal após a expansão mitológica de A Batalha de Riddick. Aqui, a grandiosidade dá lugar à sobrevivência. O épico vira instinto. O rei volta a ser animal.
🎭 Principais personagens
Riddick – Vin Diesel
Santana – Jordi Mollà
Boss Johns – Matt Nable
Dahl – Katee Sackhoff
🎬 Gêneros
Ficção científica • Ação • Suspense • Sobrevivência
🔁 A franquia
Eclipse Mortal
A Batalha de Riddick
Riddick 4 (em desenvolvimento)
🎞️ Filmes semelhantes
Predador • Planeta Vermelho • Mad Max 2: A Caçada Continua
🧠 Enredo
Traído e abandonado em um planeta inóspito, Riddick precisa reaprender a viver — não como líder, não como lenda, mas como predador solitário. O primeiro ato é praticamente um estudo de adaptação: ele observa, testa, sangra, evolui. A relação com a criatura alienígena que se torna sua companheira é silenciosa e simbólica… e sua perda é um dos momentos mais humanos de toda a franquia.
Quando ele ativa o farol para os caçadores de recompensa, o filme muda de pele: deixa de ser sobrevivência e vira jogo psicológico. Só que eles não estão caçando Riddick. Estão entrando no território dele.
📖 Estória
A narrativa é simples — e essa é sua força.
Ela espelha o primeiro filme de forma quase proposital: criatura, mercenários, escuridão, tempestade.
Mas aqui existe um diferencial:
Riddick já não é um monstro desconhecido.
Ele sabe exatamente o que é.
A frieza do personagem dita o ritmo. O humor seco, as ameaças sussurradas e momentos como a icônica cena dos “5 segundos” reforçam o mito.
🎬 Produção
Com orçamento menor que o segundo filme, a produção aposta na contenção — e acerta. Menos política Necromonger, mais areia, sangue e lama. É ficção científica suja, física, quase tátil.
🎥 Fotografia
O contraste entre o sol escaldante e a escuridão das tempestades cria a sensação constante de perigo. O planeta é um personagem vivo — hostil, orgânico e mortal.
💥 Efeitos especiais
O CGI é eficiente, principalmente nas criaturas e nas sequências noturnas. Não impressiona pelo espetáculo, mas funciona pela atmosfera.
🎭 Atuações
Vin Diesel carrega o filme sozinho com presença física e economia de diálogos — Riddick fala pouco, mas domina cada cena.
O elenco de mercenários funciona como contraponto energético e violento à calma predatória do protagonista.
⚖️ Avaliação final – Vale a pena assistir?
Sim — principalmente para quem gostou do tom do primeiro filme.
É um retorno às raízes, mais simples, mais brutal e mais fiel ao personagem.
Não é grandioso.
Mas é exatamente o tipo de história que Riddick nasceu para viver.
🎬 NOTA FINAL: 7,5/10
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ja sei, que tal aposentar velozes e furiosos e focar em pelo menos mais 5 filmes de riddick??? esse universo é muito interessante, merecia ser expandido. os montros do filme por sinal foram beeeem convincentes, muito bem feitos
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente, na época do lançamento do dvd. Continuação feita 9 anos depois do segundo filme. O começo é muito monótono e mediano, com Riddick sobrevivendo em um planeta semelhante ao planeta do primeiro filme: Eclipse Mortal (2000). Depois, melhora com a chegada dos mercenários. Riddick desaparece na metade e só aparece no ato final. O canastrão do Jordi Mollà é o pior vilão da trilogia; ele também fez vilões medíocres e rasos nos bons filmes: Bad Boys 2 (2003) e Mente Criminosa (2016).
Katee Sackhoff faz uma mocinha lésbica sensual. Riddick é
tão fodão que a transformou em bissexual
Ranking:
7.1/100=(Riddick 1) Eclipse Mortal (2000)
7.0/100=(Riddick 2) A Batalha de Riddick (2004) (Versão do Diretor)
6.5/100=(Riddick 2) A Batalha de Riddick (2004) (Versão Theatrical)
6.1/100=(Riddick 3) Riddick 3 (2013)