Neste filme de Spike Lee, Roger Guenveur Smith interpreta um homem espancado pela polícia cuja história ajudou a fomentar os protestos de Los Angeles em 1992.
Embora o documentário seja importante em termos de resgatar a memória histórica e trazer à tona questões relevantes sobre a violência policial e a desigualdade racial, eu não consegui me conectar com ele. Talvez isso ocorra porque a estrutura do documentário é um pouco fragmentada, sem uma narrativa clara que guie o espectador. Além disso, o filme pode ser um pouco cansativo para aqueles que não estão familiarizados com o contexto histórico ou que não se interessam tanto por documentários políticos.
No entanto, acredito que é importante lembrar que o propósito do filme é trazer à tona questões importantes e, nesse sentido, ele cumpre sua missão. É um documentário que pode incomodar, mas isso pode ser justamente o que faz com que ele seja necessário. Em resumo, o documentário "Rodney King" pode não ser para todos, mas ainda assim é uma obra importante que deve ser vista e discutida.
De fato, a classificação de "Rodney King" como filme é sujeita a discussão, haja vista que esse média metragem de cinquenta minutos é um monólogo teatral filmado. Mas a intensidade cênica do ator Roger Guenveur Smith é indiscutível. Em sua apresentação, o artista narra/atua a história de Rodney King, operário de construção civil negro que em 1991 foi espancando brutalmente em Los Angeles em uma batida policial - ocasião na qual, segundo a perícia, levou de 53 a 56 golpes de cassetete - e toda a reação social que o incidente teve, mais especificamente a onda de violência e morte que se seguiu. Em sua performance, o astro transpira - literal e metaforicamente - a loucura e a agonia de se viver em uma sociedade marcada pelas tensões raciais, um caldeirão de ódio reprimido que parece bastar uma fagulha para explodir. É uma obra formalmente simples, mas cujas histórias narradas - bem como a sensação de que nada mudou nesses trinta anos - acompanham o espectador de forma... sufocante.
*** Visitem meu novo blog: umasessaodequinta.blogspot. com Recomendações de filmes alternativos na Netflix durante a quarentena!!
Embora o documentário seja importante em termos de resgatar a memória histórica e trazer à tona questões relevantes sobre a violência policial e a desigualdade racial, eu não consegui me conectar com ele. Talvez isso ocorra porque a estrutura do documentário é um pouco fragmentada, sem uma narrativa clara que guie o espectador. Além disso, o filme pode ser um pouco cansativo para aqueles que não estão familiarizados com o contexto histórico ou que não se interessam tanto por documentários políticos.
No entanto, acredito que é importante lembrar que o propósito do filme é trazer à tona questões importantes e, nesse sentido, ele cumpre sua missão. É um documentário que pode incomodar, mas isso pode ser justamente o que faz com que ele seja necessário. Em resumo, o documentário "Rodney King" pode não ser para todos, mas ainda assim é uma obra importante que deve ser vista e discutida.
É uma peça de teatro filmada, e que vale cada segundo.
Roger Guenveur Smith em performance impactante.
De fato, a classificação de "Rodney King" como filme é sujeita a discussão, haja vista que esse média metragem de cinquenta minutos é um monólogo teatral filmado. Mas a intensidade cênica do ator Roger Guenveur Smith é indiscutível. Em sua apresentação, o artista narra/atua a história de Rodney King, operário de construção civil negro que em 1991 foi espancando brutalmente em Los Angeles em uma batida policial - ocasião na qual, segundo a perícia, levou de 53 a 56 golpes de cassetete - e toda a reação social que o incidente teve, mais especificamente a onda de violência e morte que se seguiu. Em sua performance, o astro transpira - literal e metaforicamente - a loucura e a agonia de se viver em uma sociedade marcada pelas tensões raciais, um caldeirão de ódio reprimido que parece bastar uma fagulha para explodir. É uma obra formalmente simples, mas cujas histórias narradas - bem como a sensação de que nada mudou nesses trinta anos - acompanham o espectador de forma... sufocante.
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Recomendações de filmes alternativos na Netflix durante a quarentena!!
Não dá pra respirar, mesmo.