Através de uma perspectiva intimista, Júlio Bressane conta a história da casa onde viveu, construída em 1918. O documentário com linguagem experimental tem elementos de ficção extraídos das obras do cineasta.
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é, acho que não é recomendável ver esse filme sem ver outros do diretor...
IMPRIMATUR - visto pela TV em 2014:
Esse é um daqueles exercícios de cinema que exaltam a essência dessa arte... Chego a conclusão que o Bressane é um dos poucos que entendem isso!
Avaliação em nota: 7.7
que maravilhoso foi ter visto esse doc. do Bressane!! Não é muito recomendável que se assista a essa obra-pérola sem conhecer as outras obras do diretor, visto que esse doc. traz muitas citações de suas outras realizações. Mais que uma cinebiografia a partir de um mergulho intimista (e daqueles mergulhos!!). Concordo extremamente com uma crítica muito verdadeira e bem escrita do Juliano Gomes na Revista Cinética (edição de dezembro de 2012), onde o autor coloca o Rua Aperana como um "ajuste de frequências" (isto é, ajuste às citações de obras anteriores e à referencialidade, ruas, paisagens etc), um tear por meio de um método circular. E aí eu só posso dizer isso: obra magistral. Fica aqui toda minha admiração ao Bressane.