Dirigido por
Data de lançamento
28 Junho 1991Duração
David Kellum chega na cidade para estudar veterinária, mas logo descobre ser um scanner. Depois de usar seus poderes para explodir o telhado de uma loja de conveniência roubada, ele é recrutado pelo comandante de polícia Wayne Forrester que começa a usar os poderes de David para fazer o prefeito indicá-lo como Chefe de Polícia. Mas quando David descobre que o plano de Forrester é na verdade a criação de uma polícia estatal comandada por scanners, ele foge. Perseguido por Forrester, pela polícia e pelo seu scanner favorito, o louco Peter Drak, David parte em busca de seu passado. Ele conecta-se com sua irmã Alice e juntos tentam parar Forrester e o sinistro instituto neurológico onde ele está.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
18.07.2004
01.08.1992
16.01.1992
Até que deu pra curtir essa sequencia do cult ''Scanners - Sua Mente Pode Destruir''...Gostei pacas da ambientação futurista, muito bem fotografado por sinal; pincipalmente nas sequências noturnas. Com vários atores desconhecidos, que nem sequer vingaram na carreira, Scanners II: A Força do Poder (Scanners 2: New Order, 1991) é bem esquecido pelo publico. A trama apesar de movimentada, fica repetitiva quando chefe de policia (Yvan Ponton) tenta caçar um scanner (David Hewlett) com segundas intenções; para ser usado em fins pessoais. Recomendado exclusivamente para os fãs do gênero
Lembro da época quando passou nos cinemas, e, apesar de mostrar que é de 91 o filme foi realizado em 90. Nunca tinha assistido, nem mesmo depois de ter chegado na tv.
A obra cultuada de David Cronenberg obviamente não poderia sair impune de produtores inescrupulosos e sua sede por dinheiro, assim gerando uma cinessérie com quatro filhos bastardos e, como era de se esperar, todos inferiores ao original.
Scanners 2, como o original, tem a reputação de ser terrivelmente sangrento. Na realidade, há apenas duas cenas de sangue verdadeiro (uma cabeça explodindo e um tumor jorrando na nuca de um criminoso), mas muitas pessoas são arremessadas contra as paredes por forças mentais invisíveis. Algumas pessoas acabam com rostos deformados, mas sem sangue. A batalha climática final é muito atenuada e resulta apenas em
um cadáver queimado mostrado brevemente.
Visualmente, os efeitos no filme foram definitivamente um passo à frente do filme anterior, dez anos antes. Mas não o suficiente para compensar a total falta de um roteiro ou enredo interessante.
Acho que o principal problema foi o ritmo e as batidas da história. O filme se arrastou tentando chegar às partes boas e parecia definhar ao fazê-lo.