Sem duvidas meu preferido dos longas que vi no Fantaspoa online deste ano, que filme abraço meu parceiro – terminei realmente com lagrimas nos olhos (depois de rir pra caralho com as gaivotas esperando a loucura beijar)
Acho que a parte que me fez apaixonar pelo filme de verdade foi quando a babushka, comentando sobre filhos mortos & maldições de gatos, parecia olhar pra câmera? Mas daí você percebe que ela tava falando com o pesquisador que tava fora da tela e o filme te faz o sacode de entender que essa abertura especifica na quarta parede – ilustrado pelo fudido cenário aberto com várias janelas coloridas depositadas no chão de grama – era só um açucrinha ligeiro na contação de história?
É tudo tão fodidamente redondo nessas do sincretismo especifico daquele lugar? Da história contada em nível fofoca de vilarejo minúsculo criar seus paradigmas de fábula -e a feminilidade POTENTE do fluxo de alimentação de desague regional? Tudo aqui pra mim foi impecável: Cada ângulo de câmera, cada escolha de cenário, cada corte? E mano não entendo NADA dessas porra – sou espectadora veemente do lurk, só tenho acumulo do conhecimento de populacho – é a surpresa de ser atacada por performances de nobres desconhecidos de algum recanto não centrado nos umbigo do capital....
Como a terra cuspir pra fora a espingarda do patriarcado opressor – bicho é sobre o que alumia o horizonte do futuro até nas frestas, sabe?
Muito, muito estranho - e muito bom também. Lembra muito a fase anterior do Emir Kusturica (mais precisamente, a primeira metade de VIDA CIGANA e o enredo de GATA PRETA, GATO BRANCO), com o mesmo senso folclórico de anarquia. Demorei um pouco para reconhecer os personagens e entender as relações entre eles, mas, quando consegui juntar alguns pontos, percebi que era justamente isso que eles tentavam trazer no dia a dia: o mamute, portanto, funciona como uma metáfora de sobrevivência histórica. E que cores fortes, que musicalidade fascinante. Ótimo ver a Sibéria tão ensolarada! (WPC>)
Sem duvidas meu preferido dos longas que vi no Fantaspoa online deste ano, que filme abraço meu parceiro – terminei realmente com lagrimas nos olhos (depois de rir pra caralho com as gaivotas esperando a loucura beijar)
Acho que a parte que me fez apaixonar pelo filme de verdade foi quando a babushka, comentando sobre filhos mortos & maldições de gatos, parecia olhar pra câmera? Mas daí você percebe que ela tava falando com o pesquisador que tava fora da tela e o filme te faz o sacode de entender que essa abertura especifica na quarta parede – ilustrado pelo fudido cenário aberto com várias janelas coloridas depositadas no chão de grama – era só um açucrinha ligeiro na contação de história?
É tudo tão fodidamente redondo nessas do sincretismo especifico daquele lugar? Da história contada em nível fofoca de vilarejo minúsculo criar seus paradigmas de fábula -e a feminilidade POTENTE do fluxo de alimentação de desague regional?
Tudo aqui pra mim foi impecável: Cada ângulo de câmera, cada escolha de cenário, cada corte? E mano não entendo NADA dessas porra – sou espectadora veemente do lurk, só tenho acumulo do conhecimento de populacho – é a surpresa de ser atacada por performances de nobres desconhecidos de algum recanto não centrado nos umbigo do capital....
Como a terra cuspir pra fora a espingarda do patriarcado opressor – bicho é sobre o que alumia o horizonte do futuro até nas frestas, sabe?
Muito, muito estranho - e muito bom também. Lembra muito a fase anterior do Emir Kusturica (mais precisamente, a primeira metade de VIDA CIGANA e o enredo de GATA PRETA, GATO BRANCO), com o mesmo senso folclórico de anarquia. Demorei um pouco para reconhecer os personagens e entender as relações entre eles, mas, quando consegui juntar alguns pontos, percebi que era justamente isso que eles tentavam trazer no dia a dia: o mamute, portanto, funciona como uma metáfora de sobrevivência histórica. E que cores fortes, que musicalidade fascinante. Ótimo ver a Sibéria tão ensolarada! (WPC>)