Dirigido por
Duração
Max está determinado a se casar com Mary. O problema é a tia da moça, que não concorda com o casório. Mesmo assim, para conquistá-la, Max se disfarça de professor de música e se mete em muitas confusões. Dirigido pelo comediante francês Max Linder, um dos grandes nomes do cinema mudo ao lado de Buster Keaton e Charles Chaplin.
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Primeiro, uma confissão: nunca tinha visto nada do Max Linder, o que é um verdadeiro pecado cinefílico, felizmente corrigido (e incitado) a partir da audiência casual a esta obra, num canal fechado de TV; segundo, achei muito estranho o aviso inicial do Telecine Cult, declarando que não concorda com o tom preconceituoso de alguns aspectos do roteiro. Fiquei desconfiado: incomodei-me com a óbvia objetificação da mulher disputada enquanto esposa, mas, infelizmente, isso era comum em muitos filmes dessa época. Até que surge uma cena de racismo declarado e imperdoável. Terciária na narrativa, mas abominável. Seja como for, meu desagrado maior em relação ao filme advém de algo que parece característica-mor do artista: a sua 'performance' enquanto janota declarado. Não dá para torcer muito por ele aqui. Para piorar, quando soube das condições de suicídio do comediante, o que perturbou-me negativamente fez ainda mais sentido. Precisarei ver muito mais do Max Linder. Mas, nesse primeiro contato, não funcionou tanto comigo. Lamentavelmente... :( - WPC>
Passou no Festival 125 Anos de Cinema no Telecine Cult.
Entre as cenas divertidas,
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destaque para a sequencia em que Max finge que está lutando com um ladrão, para impressionar Mary e a tia dela. Elas ficam num cômodo, e Max está em outro, com a cortina fechada, "lutando consigo mesmo", e fazendo parecer que tinha outra pessoa ali com ele.
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