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Taillandier é um renomado artista de 62 anos que, repentinamente, parou de pintar e encontra-se deprimido. Durante uma viagem, conhece Daniela, uma adolescente rejeitada pela família. Tornam-se amigos e passam a viajar juntos, como pai e filha. Essa nova relação trará desafios, como a convivência entre eles, mas também esperança e a descoberta do desejo de viver, para duas pessoas que já haviam perdido o sentido da vida.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Um pai de família desiludido da mesmice da vida e uma garota com problemas em casa e sem rumo. Surge daí um encontro fortuito que dá um novo sentido para a vida de ambos.
Destacada atuação de Patrick Chesnais para um bom drama. Apenas achei que o filme teve um final "morno", apesar de sensato.
Amizades improváveis que levam ao amadurecimento e superação, gosto desse tipo de filme
Lindo e cativante!!
Fiquei curioso por esse filme ser do mesmo diretor de “Minhas Tardes com Margueritte” no qual gostei muito. Aqui temos a história do pintor (de quadros, não de parede) que está depressivo e infeliz, deixa a família e sai sem rumo de casa. No caminho, ele encontra uma garota que também está sem rumo e pronto, surge aí um inevitável clichê e o destino une os dois. Com um enredo desses, o que salva a história do clichê geralmente é se essa "amizade forçada" será realmente interessante, criativa e com boas sacadas, ou se será apenas como tantos outros filmes previsíveis, ou seja, mais do mesmo. Por fim, não deixa de ser um bom filme francês e gostei sim, mais pela atuação de Patrick Chesnais do que pela atuação da garota (meio “chatinha”). Pelo jeito o diretor gosta dessa linha em que duas personalidades diferentes tentam se entender em meio a uma situação de imprevistos, mas achei “Minhas Tardes com Margueritte” muito superior a esse.
Apesar do baixo orçamento e interpretação pouco trabalhada dos atores é um filme bonito que te leva numa viagem agradável pela França e pelo confronto existencial de um deprimido típico, que recupera a capacidade da transcendência na relação com a uma espontânea garota de classe baixa.
Legal ver também a propaganda contra a violência doméstica. Interessante notar como entrando em contato com alguém de classe alta, para quem a lei funciona e faz sentido, é que ela e a mãe conseguem amparo legal.