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Data de lançamento
22 Fev. 2018Duração
Júlia é uma blogueira alemã que vai aos Estados Unidos visitar sua prima Hannah. Tão logo chega, ela adoece gravemente, o que deixa Hanna intrigada. E quando fatos estranhos começam a ocorrer na sua casa, Hanna inicia uma busca implacável na internet para descobrir o que pode estar acontecendo. Mas quanto mais ela investiga o blog de Julia, mais ela se vê imersa na rede, chegando a um ponto em que o terror não tem fim.
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Fiquei sabendo da existência desse filme de terror do Canadá por que o youtube me recomendou o trailer, mas não assisti, só fiz o download, o roteiro é sem sentido, diálogos horrendos, a duração é curta, mas é tão parado e arrastado que parecia que tinha 5 horas de duração, sem dúvidas um dos piores filmes de terror de todos os tempos e um dos piores filmes que eu já assisti na minha vida.
Puta merda, sem dúvidas foi o filme mais ruim q já vi
Que filme horrível é esse, nada funciona aqui... atuações medíocres, roteiro sem pé nem cabeça, tudo muito parado. O filme acaba e a gente fica sem entender nada, péssimo.
Acho que não né!..
Depois de um longo tempo de trabalho árduo, Deus resolveu dormir por algumas semanas. Aproveitando este lapso de atenção, Erdal Ceylan resolveu atentar cotra a humanidade, produzindo um filme que será considerado como uma das sete pragas da idade contemporânea (junto com o Coronavírus, o Crocs e os Irmãos Berti). O filme começa jogado, sem apresentação ou cenas relevantes, dando a impressão de que algo estava faltando. Por mais que o diretor mostre certa competência para criar tensão e haja boas ideias em alguns sustos, também há várias cenas sem conclusão e ideia jogadas e absurdas, como se o filme tivesse sendo escrito enquanto é gravado. A fala do Selfinerator (sei lá se era esse o nome imbecil que ele tinha) quando ele captura a protagonista é a pior fala que eu já vi em um filme em toda a minha vida, parecendo um dos discurso do Bolsonaro ou da Dilma, sem nexo entre as ideias, sem conclusão, sem seguir uma linha lógica, sendo meio que um retrato (ou uma selfie kkkkk) do filme. O efeito especial horrível no final eu vou relevar por causa do baixo orçamento, mas em outros momentos esse filme extrapola o razoável até mesmo para os filmes do tipo e mesmo assim continuou a se levar a sério. Um dos momentos mais bizarros é a cena do médico (que não parece médico) examinando a garota e falando que ela estava com uma infecção, sem dar mais explicações. Aliás, a menina fica como se estivesse em coma. Que infecção é essa, meu Deus. Outra parte "boa" é quando a protagonista fala que ela suspeita que alguém estava invadindo a casa, mas não vai chamar a polícia por que ela mesma pode se virar (????). Enfim, era promissor, mas o diretor e o roteiro jamais tomam as direções certas e não sabem trabalhar com o material que estão em mãos. A sequência final meio que salvou, considerando o resto do filme e apesar de alguns momentos nonsense.
Nota: 3.8.