Quando os sonhos violentos de um sujeito jovem se fundem com a realidade e começam a espelhar assassinatos políticos, somente o médico pode ajudá-lo contra um sinistro programa governamental.
THE SHADOW EFFECT Direção: Obin Olson e Amariah Olson Ano: 2017 Assistido em: 23/08/2026
Tem filme que, antes mesmo de assistir, você já sabe que vai ser ruim. Você vê atores da série B, vê um diretor desconhecido, um pôster meio duvidoso e é batata. E como o mundo do cinema não se faz apenas de classe A, é preciso dar uma oportunidade para esses títulos inferiores, para ter repertório, para poder reconhecer ainda mais aqueles que são bons. Mas tem uns que só pela misericórdia.
Gabriel Howarth começa a ter sonhos violentos nos quais presencia assassinatos e outros acontecimentos perturbadores. Quando percebe que aquilo que vê durante o sono está de alguma forma relacionado à realidade, ele passa a questionar a própria mente e a descobrir que existe uma força misteriosa por trás de suas experiências.
Esse é daquele tipo de filme que, de tão previsível, se torna irritante. Logo nas primeiras cenas, você já percebe qual vai ser o plot twist. E eu não estou falando isso porque sou muito inteligente, não, longe disso. É porque é tão, mas tão previsível, e o roteiro é tão capenga, tão anêmico, que qualquer um percebe.
Outro ponto que merece ser comentado é a completa falta de sutileza do roteiro. Quando você percebe o que está acontecendo, fica nítido que você está assistindo a uma Laranja Mecânica (1971) às avessas, mas os diretores, não satisfeito, ainda mete uma cena chupada do clássico de Stanley Kubrick, com direito à reprodução idêntica do Tratamento Ludovico. Só que aqui feita sem impacto e sem delicadeza foi como colocar um elefante andando dentro de uma sala de estar.
E sobre o plot twist depois do plot twist, eu só gostaria de parabenizar quem teve uma ideia tão imbecil como essa. É como se o filme já não fosse uma ficção científica suficiente apenas com a questão das memórias; ainda inventaram de enfiar clonagem no meio. De fato, não é qualquer um que consegue ter tantas ideias cretinas juntas ao mesmo tempo.
Sobre o elenco, o pobre Cam Gigandet só faz o filme ruim, então até aí, sem novidades. Jonathan Rhys Meyers é muito bom, mas fez péssimas escolhas ao longo dos anos, e o Michael Biehn, infelizmente, perdeu tudo na virada dos anos 80 e, desde então, também só aparece nesse tipo de bomba genérica.
Completamente cansativo, frustrante e desgastante. A direção é tão abaixo incapaz de criar algo interessante, que 1h40min parecem 5h. The Shadow Effect não valoriza a experiência cinematográfica em nada, porque, até para ser ruim, é preciso ter um pouquinho de qualidade, e até nisso ele ficou devendo.
Cam pagando bunda adorei! Enredo requentado de se fazer homens "máquina de matar" em projeto de laboratório usando clones ou algo do tipo, muito ruim e cansativo depois de 1 hora não via a hora de acabar. Mas depois melhorou quando começou a fazer sentido.
filme muto bom, que nos traz pra tela a mente de uma pessoa com a saúde mental comprometida. quem não entendeu as cenas e enredo " bizarro" , mostra o ponto de vista de pacientes com ansiedade, depressão, esquizofrenia, transtorno bipolar... assim como o filme uma mente brilhante conta, a diferença é que sem limite não deixa claro no final do que se trata a história , cabendo ao público chegar suas conclusões.
THE SHADOW EFFECT
Direção: Obin Olson e Amariah Olson
Ano: 2017
Assistido em: 23/08/2026
Tem filme que, antes mesmo de assistir, você já sabe que vai ser ruim. Você vê atores da série B, vê um diretor desconhecido, um pôster meio duvidoso e é batata. E como o mundo do cinema não se faz apenas de classe A, é preciso dar uma oportunidade para esses títulos inferiores, para ter repertório, para poder reconhecer ainda mais aqueles que são bons. Mas tem uns que só pela misericórdia.
Gabriel Howarth começa a ter sonhos violentos nos quais presencia assassinatos e outros acontecimentos perturbadores. Quando percebe que aquilo que vê durante o sono está de alguma forma relacionado à realidade, ele passa a questionar a própria mente e a descobrir que existe uma força misteriosa por trás de suas experiências.
Esse é daquele tipo de filme que, de tão previsível, se torna irritante. Logo nas primeiras cenas, você já percebe qual vai ser o plot twist. E eu não estou falando isso porque sou muito inteligente, não, longe disso. É porque é tão, mas tão previsível, e o roteiro é tão capenga, tão anêmico, que qualquer um percebe.
Outro ponto que merece ser comentado é a completa falta de sutileza do roteiro. Quando você percebe o que está acontecendo, fica nítido que você está assistindo a uma Laranja Mecânica (1971) às avessas, mas os diretores, não satisfeito, ainda mete uma cena chupada do clássico de Stanley Kubrick, com direito à reprodução idêntica do Tratamento Ludovico. Só que aqui feita sem impacto e sem delicadeza foi como colocar um elefante andando dentro de uma sala de estar.
E sobre o plot twist depois do plot twist, eu só gostaria de parabenizar quem teve uma ideia tão imbecil como essa. É como se o filme já não fosse uma ficção científica suficiente apenas com a questão das memórias; ainda inventaram de enfiar clonagem no meio. De fato, não é qualquer um que consegue ter tantas ideias cretinas juntas ao mesmo tempo.
Sobre o elenco, o pobre Cam Gigandet só faz o filme ruim, então até aí, sem novidades. Jonathan Rhys Meyers é muito bom, mas fez péssimas escolhas ao longo dos anos, e o Michael Biehn, infelizmente, perdeu tudo na virada dos anos 80 e, desde então, também só aparece nesse tipo de bomba genérica.
Completamente cansativo, frustrante e desgastante. A direção é tão abaixo incapaz de criar algo interessante, que 1h40min parecem 5h. The Shadow Effect não valoriza a experiência cinematográfica em nada, porque, até para ser ruim, é preciso ter um pouquinho de qualidade, e até nisso ele ficou devendo.
03/07/26
Cam pagando bunda adorei!
Enredo requentado de se fazer homens "máquina de matar" em projeto de laboratório usando clones ou algo do tipo, muito ruim e cansativo depois de 1 hora não via a hora de acabar. Mas depois melhorou quando começou a fazer sentido.
Parece uma versão chata de American Ultra.
filme muto bom, que nos traz pra tela a mente de uma pessoa com a saúde mental comprometida. quem não entendeu as cenas e enredo " bizarro" , mostra o ponto de vista de pacientes com ansiedade, depressão, esquizofrenia, transtorno bipolar... assim como o filme uma mente brilhante conta, a diferença é que sem limite não deixa claro no final do que se trata a história , cabendo ao público chegar suas conclusões.