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Data de lançamento
22 Julho 2010Duração
Em 27 de julho de 1976, um enxame de libélulas toma a cidade de Tangshan. Os habitantes se surpreendem e imaginam que um desastre se aproxima. Pouco depois, um forte terremoto provoca a morte de aproximadamente 240 mil pessoas. O horror estava apenas começando para Yuan Ni. Em instantes ela perdeu a casa, um marido amoroso e se viu diante de uma autêntica escolha: Fang Deng e Fang Da, seus filhos gêmeos de 7 anos, ficaram soterrados e ela precisará escolher, no meio dos escombros, qual dos dois filhos deve salvar. Passado alguns anos, a mãe ainda guarda um sentimento de culpa. Mas quando um novo terremoto atinge a cidade de Sichuan, o passado voltará a fazer parte do presente dos sobreviventes.
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É um melodrama fraco e extenso, primeira vez que me decepciono com um filme oriental. Cortes que tiram toda a emoção do filme, sobretudo no final. Eu sou hiper mega emotiva, mas não consegui me emocionar porque as interpretações são muuuito ruins.
O cinema asiático sempre se empenha demais em suas construções de personagens e histórias.Desde os primeiros minutos temos um filme altamente dilacerante em todos os sentidos.O destino dos personagens até o final reserva momentos emocionantes.A vida real sendo colocada em prática nesse conto.
>Assistido em 19 de Dezembro de 2021
-Dou nota 8/10
A versão asiática de A Escolha de Sofia.
Lindo e triste.
Durante um terremoto, dois irmãos gêmeos de sete anos foram separados pelo destino, como diz o título nacional, e o filme narra à história das vidas desses personagens que giram em torno das consequências da tragédia. É uma superprodução chinesa, com direito a cenas realistas do terremoto e o que se vê a seguir, é um emocionante drama sobre as dores da perda e suas consequências. Tinha tudo para estar entre meus favoritos, pois esse é o tipo de filme que mexe com nosso lado emocional, mas alguns detalhes que me incomodaram muito fizeram minha nota diminuir:
1- A mãe, após o terremoto, carregou a filha nos braços e não conseguiu perceber que ela estava viva? 2- No fim, quando foram todos no túmulo do pai com a filha, ninguém informou a eles que só havia o corpo do pai ali? Aliás, na época do terremoto já deviam saber disso, como explicar o sumiço do corpo da filha? 3- Também achei que na parte final do filme, poderia ter sido mais emocionante. A cena da mãe vendo a filha foi forte, mas as outras cenas foram mal dirigidas, sem tanta emoção.
Começou com uma produção perfeita em termos de cenário e figurino numa catástrofe; depois, cai numa narrativa profunda, mas muito arrastada... O final ficou bastante previsível.
Longe de ser algo ruim. Mas não simpatizei a ponto de coloca-lo nos meus favoritos.
RAZOÁVEL! Válido para indicação.