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Data de lançamento
7 Set. 2008Duração
Cinebiografia de Séraphine Louis (1864-1942)- também conhecida como Séraphine de Senlis, que foi descoberta pelo marchand e crítico de arte Wilhelm Uhde. Colecionador dos quadros de cubistas como Picasso e Braque, Uhde refugia-se, em um momento de crise, em uma casa de campo, onde Séraphine trabalha fazendo faxina e por acaso vem a conhecer uma pintura que ela havia feito e deixado com sua patroa.
Considerada louca em seu vilarejo por ser dona de uma personalidade entre servil e absolutamente indomável, Seraphine passou a ser reconhecida como uma das expoentes francesas do grupo de artistas que ficou conhecido como os “primitivos modernos”.
Destaque de 2009, Séraphine não é apenas uma produção sobre uma artista do início do século passado. Ele próprio, o filme, é uma peça de arte ao explorar nos detalhes a vida de sua personagem principal. O filme dedica o tempo necessário e abriga qualidades como a contemplação e a narrativa que busca a pulsação do artista ao qual a produção é dedicada. Uma bela peça de cinema que, além da arte, trata do contexto europeu que antecedeu e sucedeu a 1ª Guerra Mundial. Além disso, Séraphine trata sobre religiosidade, fé e compreensões divergentes sobre o belo e a loucura.
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Filme contemplativo que faz de sua protagonista uma estrela solitária no conto.Difícil não sair encantado com a apresentação de Yolande Moreau.
>Assistido em 15 de Março de 2022
-Dou nota 8/10
Um filme poético e belíssimo sobre arte. Conta uma relação curiosa de dois “marginalizados”, que foi o caso de Séraphine (que a posteriori considerada uma pintora primitiva francesa, estilo naif, Sec. XX) e do marchandt alemão Wilhelm Uhde (homossexual, que mudou-se para o interior da França, pelas perseguições).
A incrível história da pintora Séraphine retratada de uma forma bela e poética. Sem palavras para a atuação de Yolande Moreau.
Esse filme tem um Q daquele que o Mike Leigh faria alguns anos depois, Mr Turner. Mas a história de Seraphine tem força própria e é muito incrível, assim como a Moreau ono papel da artista. Bendita seja a ignorância.
Que linda história, que linda atuação e que linda as pinturas, ( eu totalmente pagaria um preço alto por um dos quadros que eu fiquei apaixonada haha ) esse filme é todo lindo na verdade, mas as pinturas dela e principalmente as tintas dela fora mais amor que tudo.