Jovem estudante de medicina com ambições artísticas se apaixona por uma garçonete, que o abandona e acaba casando com outro homem. Quando ela retorna grávida, ele a aceita de volta.
Produção britânica em preto e branco que é um drama da MGM indicado ao BAFTA de melhor figurino britânico em preto e branco; no Festival Internacional de Cinema de Berlim, foi nomeado ao Urso de Ouro de melhor filme. O filme foi baseado no romance homônimo de 1915 de W. Somerset Maugham (1874-1965). A trama se passa na Londres vitoriana e eduardiana (final do século XIX e início do século XX, por volta de 1915).
Este filme foi parodiado no curta de animação Of Feline Bondage (65). As outras versões desta mesma estória são: Escravos do desejo (34) e Escravo de uma paixão (46). As filmagens começaram no início de 1963, mas Henry Hathaway (1898-1985) deixou o cargo de diretor; Bryan Forbes (1926-2013), que tinha um papel coadjuvante de destaque, assumiu a direção por uma semana antes de também abandonar o filme. Ken Hughes (1922-2001) concluiu o filme e, segundo relatos, passou por uma experiência muito difícil; a obra passou meses na ilha de edição e só foi exibida no final de 1964, quase um ano após a data de lançamento prevista. Kim Novak (atualmente com 93 anos) não gostava de Laurence Harvey (1928-1973), achando-o arrogante e presunçoso. A estréia de Brenda Fricker (1945-2026) . Nicol Williamson (1936-2011) apareceu numa ponta.
Por mais que o filme tivesse problemas na pré-produção, não deixa de ter todas as qualidades possíveis de uma bela estória contada e o bom elenco representyando da melhor forma possível. Embora Kim Novak não seja Bette Davis, esta 3° versão do livro popular de Maugham é mais fiel à obra literária original, preservando seu tom realista e seu desfecho sórdido.
uma versão um pouco mais completa, mas que não focou tanto na própria servidão humana como trata o enredo do livro.... gostei bastante das atuações #4,5estrelas
Há uma primeira versão baseada no filme dirigida por John Cromwell em 1934, mas não assisti. Esta conta com um roteiro de Bryan Forbes (diretor dos ótimos O Vento Também Tem Segredos e A Mulher Que Pecou). Deve ter tido alguma briga na produção, já que Forbes dirigiu o filme durante a primeira semana de filmagens e nem foi creditado, depois Ken Hughes assumiu o projeto que contou ainda com a participação de Henry Hathaway na direção de cenas adicionais, ou seja, a produção deve ter tido vários pepinos. Kim Novak está ótima no papel, meiga e perversa, adorável e odiável, um misto de sentimentos. Laurence Harvey (ele mesmo, pai da Domino Harvey daquele filme do Tony Scott) consegue ser extremamente cativante e passar muito bem a psicologia de alguém que vive remoendo o fato de ser um deficiente físico. Adorei o filme, consegue manter a narrativa muito bem, excelentes atuações e mostrar a vida como ela é de forma crua. Só acho que se Forbes tivesse dirigido até o fim seria um trunfo ainda maior, já que o diretor está entre meus preferidos da Inglaterra e consegue cair como uma luva neste tipo de filme.
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Produção britânica em preto e branco que é um drama da MGM indicado ao BAFTA de melhor figurino britânico em preto e branco; no Festival Internacional de Cinema de Berlim, foi nomeado ao Urso de Ouro de melhor filme. O filme foi baseado no romance homônimo de 1915 de W. Somerset Maugham (1874-1965). A trama se passa na Londres vitoriana e eduardiana (final do século XIX e início do século XX, por volta de 1915).
Este filme foi parodiado no curta de animação Of Feline Bondage (65). As outras versões desta mesma estória são: Escravos do desejo (34) e Escravo de uma paixão (46). As filmagens começaram no início de 1963, mas Henry Hathaway (1898-1985) deixou o cargo de diretor; Bryan Forbes (1926-2013), que tinha um papel coadjuvante de destaque, assumiu a direção por uma semana antes de também abandonar o filme. Ken Hughes (1922-2001) concluiu o filme e, segundo relatos, passou por uma experiência muito difícil; a obra passou meses na ilha de edição e só foi exibida no final de 1964, quase um ano após a data de lançamento prevista. Kim Novak (atualmente com 93 anos) não gostava de Laurence Harvey (1928-1973), achando-o arrogante e presunçoso. A estréia de Brenda Fricker (1945-2026) . Nicol Williamson (1936-2011) apareceu numa ponta.
Por mais que o filme tivesse problemas na pré-produção, não deixa de ter todas as qualidades possíveis de uma bela estória contada e o bom elenco representyando da melhor forma possível. Embora Kim Novak não seja Bette Davis, esta 3° versão do livro popular de Maugham é mais fiel à obra literária original, preservando seu tom realista e seu desfecho sórdido.
Vi a primeira versão e me lembro de ter gostado muito, este aqui achei mais ou menos, mas ainda é um bom filme.
puta!que filme triste :/
uma versão um pouco mais completa, mas que não focou tanto na própria servidão humana como trata o enredo do livro.... gostei bastante das atuações #4,5estrelas
Há uma primeira versão baseada no filme dirigida por John Cromwell em 1934, mas não assisti. Esta conta com um roteiro de Bryan Forbes (diretor dos ótimos O Vento Também Tem Segredos e A Mulher Que Pecou). Deve ter tido alguma briga na produção, já que Forbes dirigiu o filme durante a primeira semana de filmagens e nem foi creditado, depois Ken Hughes assumiu o projeto que contou ainda com a participação de Henry Hathaway na direção de cenas adicionais, ou seja, a produção deve ter tido vários pepinos. Kim Novak está ótima no papel, meiga e perversa, adorável e odiável, um misto de sentimentos. Laurence Harvey (ele mesmo, pai da Domino Harvey daquele filme do Tony Scott) consegue ser extremamente cativante e passar muito bem a psicologia de alguém que vive remoendo o fato de ser um deficiente físico. Adorei o filme, consegue manter a narrativa muito bem, excelentes atuações e mostrar a vida como ela é de forma crua. Só acho que se Forbes tivesse dirigido até o fim seria um trunfo ainda maior, já que o diretor está entre meus preferidos da Inglaterra e consegue cair como uma luva neste tipo de filme.
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