Um misterioso assassino está matando jovens mulheres com brutalidade, e sempre deixa um adorno em formato de meia-lua junto aos cadáveres. Quando Giulia, que seria a terceira vítima do criminosos, sobrevive ao ataque, seu namorado Mario e o investigador do caso resolvem simular sua morte para que ela ajude a investigar as motivações por trás dos assassinatos - que podem estar ligados ao passado das vítimas e a um verão que passaram no mesmo hotel.
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Só mais giallo com psicopata de luva preta matando as beldades. Enrolado, cansativo e falante demais
Este giallo dirigido por Umberto Lenzi segue a mesma fórmula de outros tantos giallos italianos, porém, este a meu ver é menos audacioso se tratando de mortes criativas e assustadoras. Como costumeiro assassino de luvas pretas fazem vitimas baseada numa lista que vai eliminando de uma em uma. A fotografia é ótima e o clima de suspense e mistérios como em todo estilo deste subgênero são notáveis. O desdém é são as mortes pouco impactantes, a revelação final do assassino pouco empolgante e o desfecho sem impacto algum, realmente atrapalhou este filme. No mais, dá para acompanhar.
Visto em 17/02/2023.
Foi legal.
Nem é lá tão bom.
Esse é meu segundo Lenzi (comecei muito mal, com La Casa 3, mas vamos indo) e mais um Giallo pra minha "coleção". Com as belas Uschi Glas e Marisa Mell. Boa trilha. Bons cenários (as ruas italianas têm um visual maneiro). Atmosfera sombria (característica do gênero). Boas mortes. Alguns peitos. Já começa com um bom ritmo. O assassino (com suas meias-luas). Os assassinatos. A investigação. A "agência de moda". A galeria de arte. O trem. A sobrevivente. O hospital psiquiátrico. A tentativa de se antecipar e proteger as próximas vítimas. Os suspeitos. A festinha hippie (os quadros do Jimi Hendrix e da Marilyn Monroe). A revelação. Bom final. O filme é um pouco confuso às vezes, mas tem elementos interessantes, momentos tensos e eu acabei gostando.