Quando várias mulheres são assassinadas nas ruas de Londres, a polícia chama Sherlock Holmes para ajudar nas investigações. Os crimes parecem obras de um psicopata, pois todas as vítimas tiveram um de seus dedos cortados. Holmes então recebe uma nova cliente, Maude Fenwick, filha do renomado Sir George Fenwick. Ela conta que encontrou uma caixa com um dedo dentro, enterrada pelo seu pai no jardim de casa. O detetive e a polícia vão ao local para prender Sir George, mas o encontram morto. Holmes logo deduz que Sir George não era o assassino das mulheres e que o caso intrincado parece ser mais um dos planos de seu arqui-inimigo Professor Moriarty.
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The Woman in Green de 1945, no Brasil Sherlock Holmes e a Mulher de Verde. Sacanagem esse nome em um filme preto e branco, né? Nem vimos a beleza de Hillary Brooke de verde, mas confesso que prefiro preto e branco mesmo. O visual clássico combina melhor com a atmosfera de mistério da série.
Mais um bom filme da franquia. Aqui sem Lestrade, sendo substituído por Gregson (Matthew Boulton), que cumpre o papel de forma funcional, embora sem o mesmo carisma do inspetor mais conhecido. Temos a competência de sempre da dupla Sherlock Holmes (Basil Rathbone) e Dr. Watson (Nigel Bruce). A química entre os dois continua sendo um dos pontos fortes, mesmo quando o roteiro insiste em deixar Watson um pouco mais limitado. A beleza de Lydia (Hillary Brooke) também se destaca, mesmo que com pouco tempo de tela. Sua presença ajuda a dar um ar mais sofisticado e misterioso à trama.
Henry Daniell vai bem nos papéis de vilão, porém aqui como Dr. Moriarty achei meio fraco. Falta um pouco mais de ameaça e presença. Apesar disso, o filme mantém o
final clássico dele aparentemente morrendo, mas sempre reaparecendo no próximo filme. Essa reincidência já virou quase uma tradição da série e acaba tirando um pouco o peso das “mortes” do personagem.
A cena final em que Holmes anda no telhado acho que ficou meio forçada. Era só Moriarty mandar ele dar uma passada ao lado que Holmes teria caído, mas ele enrolou até chegar reforço. Eu me pergunto o que Holmes faria se não tivesse chegado alguém, até porque sabia que ele tava fingindo e esperava outro desfecho para a situação.
Esse tipo de resolução artificial acaba enfraquecendo um pouco o confronto final, que poderia ter sido mais tenso e inteligente.
No geral, mais um episódio competente da série, com boa química da dupla principal e atmosfera agradável, mesmo com alguns pontos mais fracos no vilão e no desfecho.
Assistido em 04/09/2026
Imaginava que fosse uma trama rápida, em caráter de matinê antiga, com personagens rasos (porém validados pelas caricaturas célebres) e trama sem muita densidade. De fato, o pré-conceito foi confirmado, mas não considerei uma experiência vã de imersão espectatorial: Basil Rathbone está muito divertido como o sardônico protagonista e alguns truques de fotografia, quando envolvem a hipnóloga, são ótimos. É tudo desvendado com muita celeridade, mas a diversão é assegurada, na maneira como o detetive conduz a nossa atenção. Bacaninha, verei mais desta cinessérie, tudo indica! (WPC>)
Gostei do final da história.
Mais um ótimo filme da série. Assim como em outro filme, Holmes enfrenta uma mulher e ainda temos Moriarty. A história é boa e o roteiro é bom. É um filme que prende do começo ao fim. Não gostei muito do final. Mas tirando isso, é dos melhores filmes da série.
Mais um bom filme com Sherlock Holmes que eu vejo. Ele perde um pouco o fôlego na sua metade final, mas ainda mantém o bom nível da série cinematográfica. Como nos outros filmes o Dr. Watson interpretado por Nigel Bruce não tem nada a ver com aquele conhecido da literatura, mas acaba sendo um grande alívio cômico na história. Como o filme não é a cores fiquei sem saber quem era de fato a mulher de verde do título. Obs: Deveriam proibir aqui no Filmow sinopses como a desse filme que conta boa parte da sua história.