Um épico russo sobre duas famílias entre 1900 e 1970, mostrando a perda da fortuna de uma delas após a Revolução e a ambição da outra em se beneficiar com os altos e baixos da sociedade.
Siberiada é um filme bem interessante. É sobre uma pequena vila de trabalhadores rurais no meio da Sibéria. A obra aborda todo o contexto turbulento da época (Revolução Russa e Segunda Guerra Mundial) e as mudanças, principalmente tecnológicas, pelas quais o local passa. Resta aos residentes a adaptação para que possam sobreviver. Três gerações diferentes são retratadas e a perspectiva destas pessoas possui muita importância. É um filme bem realista, sempre mostrando o lado bom e ruim da vida. Os personagens possuem nostalgia e um grande apego sentimental pelo local, mas ao mesmo tempo sofrem com experiências bem traumáticas vividas ali. No geral é um grande filme, mas eu vi em duas partes e senti que o ritmo cai bastante de nível na segunda parte, mas pela atmosfera imersiva, pela excelência técnica e pelo ótimo trabalho de desenvolvimento gradual dos personagens eu creio que Siberiada merece 4 estrelas.
Me recordo que este poderoso e raro épico setentista, foi exibido ocasionalmente na década de 90, com o título de Sibéria na TV Bandeirantes. A presente e profunda narrativa, realista e interessante, por sinal, me surpreendeu, pois se trata de um notável clássico do cinema produzido na extinta URSS. Vale ressaltar a belíssima fotografia de época e a excelente montagem, que ainda enaltece essa ditosa obra cinematográfica.
Um bom épico russo que retrata as transformações politicas e sociais do país sob o olhar dos habitantes de um vilarejo da Sibéria. Com uma história bem contada o filme tem um bom ritmo que mesmo com a sua longa duração nunca deixa de despertar o nosso interesse. Traz histórias envolvendo três gerações de integrantes de duas famílias e só a última delas que em alguns momentos não parece empolgar muito.
Pra mim fica difícil tentar lembrar de um filme que eu tenha visto nos últimos anos que tenha sido tão bem amarrado e competente em todos os aspectos técnicos possíveis. Ele é intenso, poderoso e ao mesmo tempo não deixa de ser tocante. O épico desenrola de forma magistral a história de um vilarejo na Sibéria condenado à sua inexistência em prol do progresso inevitável e necessário de uma União Soviética que precisa se desenvolver para sobreviver. Esse paralelismo é colocado aos personagens frequentemente de forma transversal e absoluta. A taiga é o retrato constante de uma União Soviética selvagem que fará de tudo para crescer e sobreviver.
Siberiada é um filme bem interessante. É sobre uma pequena vila de trabalhadores rurais no meio da Sibéria. A obra aborda todo o contexto turbulento da época (Revolução Russa e Segunda Guerra Mundial) e as mudanças, principalmente tecnológicas, pelas quais o local passa. Resta aos residentes a adaptação para que possam sobreviver. Três gerações diferentes são retratadas e a perspectiva destas pessoas possui muita importância. É um filme bem realista, sempre mostrando o lado bom e ruim da vida. Os personagens possuem nostalgia e um grande apego sentimental pelo local, mas ao mesmo tempo sofrem com experiências bem traumáticas vividas ali. No geral é um grande filme, mas eu vi em duas partes e senti que o ritmo cai bastante de nível na segunda parte, mas pela atmosfera imersiva, pela excelência técnica e pelo ótimo trabalho de desenvolvimento gradual dos personagens eu creio que Siberiada merece 4 estrelas.
Me recordo que este poderoso e raro épico setentista, foi exibido ocasionalmente na década de 90, com o título de Sibéria na TV Bandeirantes. A presente e profunda narrativa, realista e interessante, por sinal, me surpreendeu, pois se trata de um notável clássico do cinema produzido na extinta URSS. Vale ressaltar a belíssima fotografia de época e a excelente montagem, que ainda enaltece essa ditosa obra cinematográfica.
Um bom épico russo que retrata as transformações politicas e sociais do país sob o olhar dos habitantes de um vilarejo da Sibéria. Com uma história bem contada o filme tem um bom ritmo que mesmo com a sua longa duração nunca deixa de despertar o nosso interesse. Traz histórias envolvendo três gerações de integrantes de duas famílias e só a última delas que em alguns momentos não parece empolgar muito.
Pra mim fica difícil tentar lembrar de um filme que eu tenha visto nos últimos anos que tenha sido tão bem amarrado e competente em todos os aspectos técnicos possíveis.
Ele é intenso, poderoso e ao mesmo tempo não deixa de ser tocante.
O épico desenrola de forma magistral a história de um vilarejo na Sibéria condenado à sua inexistência em prol do progresso inevitável e necessário de uma União Soviética que precisa se desenvolver para sobreviver. Esse paralelismo é colocado aos personagens frequentemente de forma transversal e absoluta. A taiga é o retrato constante de uma União Soviética selvagem que fará de tudo para crescer e sobreviver.
Narrativa e montagem excelentes.