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Data de lançamento
29 Junho 2018Duração
Depois de Sicario - Terra de Ninguém, acompanhe o misterioso Alejandro Gillick (Benicio Del Toro) e o oficial da CIA, Matt Graver (Josh Brolin), trabalhando juntos em uma audaciosa ação secreta. Na missão que envolve a filha de um chefão das drogas, Isabela (Isabella Moner), Alejandro acaba se vendo em uma encruzilhada moral e suas escolhas podem acabar desencadeando uma sangrenta guerra de cartéis.
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Sicário é um termo usado para se referir a um matador de aluguel. No filme, ele é contratado por um agente da CIA para fazer o “trabalho sujo” — operações ilegais que a própria CIA não poderia assumir oficialmente. Por isso, ele é tratado como alguém totalmente descartável.
A estratégia da CIA é usar essas operações para interferir na política mexicana e provocar uma guerra interna entre os próprios cartéis. A ideia é desestabilizar a estrutura do narcotráfico e, ao mesmo tempo, agir nas sombras, sem que os Estados Unidos sejam diretamente responsabilizados. E é justamente essa parte que torna o filme interessante para além da ação. Ele mostra como, mesmo quando uma nação se apresenta como uma grande potência, defensora da ordem e da segurança, seus interesses políticos também podem envolver operações clandestinas, manipulação e decisões que colocam vidas humanas em segundo plano. O filme questiona até que ponto os interesses de uma potência podem justificar métodos ilegais e quais são as consequências disso para países mais vulneráveis.
No caso do México, essas interferências não ficam apenas no campo político: elas podem contribuir para alimentar conflitos internos e acabam sendo sentidas principalmente pela população, que é quem vive diariamente as consequências da violência e da instabilidade. No fim, Sicário deixa uma reflexão incômoda: até onde uma nação pode ir em nome dos seus próprios interesses — e quem realmente paga o preço quando as grandes potências decidem jogar nos bastidores?
Demorou uns 50 minutos pro filme pegar no tranco, mas também, quando pegou.... Filme ótimo.
O final quase fiquei com raiva... Mas é aquele ditado: " um cobra kai nunca morre"
DIA DO SOLDADO troca a tensão moral e o suspense do primeiro filme por uma brutalidade visceral em escala de guerra aberta, com elementos de terrorismo, nas fronteiras do Narcoestado Mexicano. Se o original era sobre a perda da inocência, a sequência é sobre a inevitabilidade da violência, mantendo todo esse círculo. Uma sequência técnica impecável que, embora menos sofisticada que a anterior, eleva ALEJANDRO ao status de um dos anti-heróis vilanescos mais sombrios, complexos & implacáveis do cinema moderno.
Um dos melhores filmes de ação dos últimos anos, realmente me surpreendeu, trilha sonora tensa, dois grandes personagens e ótimo roteiro, acho esse filme 2 bem superior ao Sicario 1, já na espera pelo terceiro filme da saga. Visto em 12/01/2026
O garoto reconhecer ele foi uma das saídas de roteiro mais forçada da história.