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Última parte da trilogia sobre a vida da jovem Elisabeth da Áustria (1837-1898), que viria a se tornar imperatriz e ficar conhecida apenas como Sissi. Romy Schneider é novamente a protagonista, aqui fazendo uma Sissi ainda com sua beleza jovial, feliz no casamento, mas agora madura e hábil nos negócios do Estado.
Sissi e seu Destino (1957)
Sissi, a Imperatriz Elisabeth da Áustria (1837-1898), amadureceu e tornou-se ainda mais bonita. Além de viver um casamento feliz, demonstra habilidade com os negócios de Estado. E, com sua força de espírito, precisa superar todas as adversidades e provar que seu destino é ser uma verdadeira Imperatriz.
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Gosto dos 3 filmes, mas esse é o que menos curti, embora seja ótimo também. Como conheço a história original, esse o que mais senti o distanciamento da realidade, embora já sabia disso antes de assistir... Inclusive na parte da doença achei que fossem abordar outra gravidez, o que seria um pouco mais próximo da história real e mais crível até.
Seguindo a travessia de acompanhamento materno, uma boa notícia: o terceiro capítulo da trilogia é bacana. Continua ritmicamente irregular e abandona bruscamente algumas das subtramas que anuncia, mas oferece-nos algo digno de atenção dramática: os rumores ciumentos envolvendo a estadia da protagonista na Hungria poderiam estender-se um pouco mais (gostei muito!) e a situação envolvendo o casamento inaprovado do irmão mais velho de Sissi (que nem sabia da existência) não engrenou, mas todo o mote envolvendo a doença pulmonar sustenta-se muito bem. Idem quanto aos anseios eminentemente femininos da protagonista (que lindo quando ela abraça a filhinha!). Até mesmo as piadas insistentes envolvendo as palhaçadas do soldado paquerador que acompanha Sissi funcionaram: ri muito no trecho falado em português. Tem seus momentos cansativos, mas é um filme bacana: achei suportável, até divertido. Valeu a pena finalizar esta saga: Romy Schneider é maravilhosa! (WPC>)
Fechou a trilogia de modo sensacional. Filme que aquece o coração.
O momento de doença de Sissi foi aflitivo até mesmo para a minha pessoa. Vibrei com a recuperação.
A terceira parte conseguiu concluir lindamente a saga de Sissi. Queria mais!
Último filme da trilogia “Sissi”, um marco dos filmes românticos da Europa na década de 50. Neste capítulo derradeiro da vida de Sissi, acompanhamos a protagonista no dia a dia das formalidades reais, seu espírito aventureiro e reformador, que por vezes desagradava os aliados. Dá-se aqui foco para os problemas pessoais dela, quando teve problemas de pulmão e estresse, e seu tratamento na Ilha de Madeira e em Korfu, bem como seu envolvimento direto na política. Termina com um desfecho memorável, de uma longa sequência em que ela e o marido imperador, Josef, percorrem um grande tapete vermelho numa travessia até os pés do palácio. Não só este, os três filmes têm uma direção de arte exuberante, fotografia riquíssima do período de ouro do Império Austro-Húngaro e um figurino de aplaudir em pé. Tudo pensado com critério e um rigor clássico do diretor e roteirista Ernst Marischka (1893–1963), realizador de operetas, que escreveu filmes populares em sua terra, Viena, e era um grande apaixonado por música clássica – foi indicado ao Oscar pelo roteiro da biografia de Chopin, “À noite sonhamos” (1945).
A protagonista, uma figura real da Áustria do século XIX, foi vivido brilhantemente pela linda e charmosa atriz de mesma nacionalidade de Sissi, Romy Schneider, que tinha na época do terceiro filme 19 anos (Leia mais nas críticas dos filmes um e 2). A pedido do diretor e amigo Luchino Visconti, Romy voltaria a interpretar Sissi, mas como rainha Elizabeth da Áustria, com outra criação, mais sombria e mais parecida com a verdadeira, no filme “Ludwig: A paixão de um rei” (1973).
“Sissi e seu destino” recebeu indicação à Palma de Ouro em Cannes e fecha com chave de ouro a popular trilogia do cinema, que conquistou gerações, é nostálgico, leve e voltado para todos os públicos. Está no box com a trilogia completa em cópia restaurada, que voltou ao catálogo da Versátil. Acompanham extras como textos sobre o filme e biografia da atriz Romy Schneider, galeria de fotos e pôsteres, trailer e um depoimento exclusivo do recém-falecido crítico de cinema Rubens Ewald Filho.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web