Achar esse filme insuportável diz mais sobre a pessoa e a sua incapacidade de pensar fora da própria bolha do que sobre o longa em si. Apesar de ter uma direção monótona e um roteiro meio genérico sem aprofundamento referente aos personagens e situações, consegue ser muito certeiro ao criticar o comportamento do pai e dar voz a angústia da mãe.
Temos um pai clássico, ausente, que não conhece os próprios filhos e culpa sua parceira pela própria falta de iniciativa em assumir as obrigações da paternidade, agindo como se fosse um terceiro filho.
Temos uma mãe clássica sobrecarregada que, provavelmente, abdicou da própria vida para cuidar dos filhos enquanto o pai manteve a mesma rotina. Algo que o filme não mostra.
Temos um filha adolescente clássica muito mal construída, que apela para a uma representação desproporcional. E tampouco é diferente com o filho mais novo.
Enfim, recomendo pra quem quer ver algo reflexivo e até provocativo com uma boa discussão.
Que filme incrivel e reflexivo, tantas coisas a abordar sobre familia, sobre ser e estar presente, responsabilidades o pior é q nos comentarios vimos o pq q a sociedade esta doente.
Homens reclamando dos filhos insuportaveis, sendo uma adolecente e uma criança na primeira infancia. A coisa mais importante na vida de um homem é a paternidade, so quando ele aprende a exercer, a ser pai que ele entende realmente o sentido da vida, muitos homens terceirizam isso para a mulher e permanecem no conforto de, a ela quer fazer tudo, nao me deixa fazer nada e depois reclama que não tem conexão com os filhos e segue desistindo, não, vc tem q tomar as redias, se posicionar, participar e conhecer.
As mulheres reclamando que ela fazia tudo q o marido é um escroto, os filhos um saco, q ela devia ser feliz so por ela, q nao tinha q fazer nada e dane-se. Porem o filme mostra justamente que não é assim, todos tem sua parcela de culpa sim, com os filhos muitas vezes o casal esquece de si, vivem so para os filhos e viram pais e não um casal.
O dialogo dos 2 quando finalmente eles tem uma oportunidade de estar junto mostra justamente a importancia de ambos reconhecerem seus erros, estarem dispostos a assumir sua parcela, se reconhecerem e se conectarem, essa briga de vc é o culpado e eu sou perfeito não leva a lugar nenhum e não traz ne huma felicidade, so mais e mais rancor.
A filha adolecente parecia realmente uma chata insuportavel, mas repararam q todas as vezes q os pais mostravam minimamente se importar com o qje ela pensa, com o que ela gosta, com o que ela ta sentindo, ela ja logo se abria e se tornava carinhosa e sentimental.
Filme maravilhoso, a muito tempo não assistia uma produção de tanta qualidade e profundidade assim.
Olha...muito bom filme! A família não é perfeita mas se todos se unirem para o bem comum tudo muda! 02/12/25
Achar esse filme insuportável diz mais sobre a pessoa e a sua incapacidade de pensar fora da própria bolha do que sobre o longa em si.
Apesar de ter uma direção monótona e um roteiro meio genérico sem aprofundamento referente aos personagens e situações, consegue ser muito certeiro ao criticar o comportamento do pai e dar voz a angústia da mãe.
Temos um pai clássico, ausente, que não conhece os próprios filhos e culpa sua parceira pela própria falta de iniciativa em assumir as obrigações da paternidade, agindo como se fosse um terceiro filho.
Temos uma mãe clássica sobrecarregada que, provavelmente, abdicou da própria vida para cuidar dos filhos enquanto o pai manteve a mesma rotina. Algo que o filme não mostra.
Temos um filha adolescente clássica muito mal construída, que apela para a uma representação desproporcional. E tampouco é diferente com o filho mais novo.
Enfim, recomendo pra quem quer ver algo reflexivo e até provocativo com uma boa discussão.
Completamente esquecível, dando voltas sobre uma DR interminável para ser mais do mesmo. Desnecessário.
Bonzinho
Que filme incrivel e reflexivo, tantas coisas a abordar sobre familia, sobre ser e estar presente, responsabilidades o pior é q nos comentarios vimos o pq q a sociedade esta doente.
Homens reclamando dos filhos insuportaveis, sendo uma adolecente e uma criança na primeira infancia. A coisa mais importante na vida de um homem é a paternidade, so quando ele aprende a exercer, a ser pai que ele entende realmente o sentido da vida, muitos homens terceirizam isso para a mulher e permanecem no conforto de, a ela quer fazer tudo, nao me deixa fazer nada e depois reclama que não tem conexão com os filhos e segue desistindo, não, vc tem q tomar as redias, se posicionar, participar e conhecer.
As mulheres reclamando que ela fazia tudo q o marido é um escroto, os filhos um saco, q ela devia ser feliz so por ela, q nao tinha q fazer nada e dane-se. Porem o filme mostra justamente que não é assim, todos tem sua parcela de culpa sim, com os filhos muitas vezes o casal esquece de si, vivem so para os filhos e viram pais e não um casal.
O dialogo dos 2 quando finalmente eles tem uma oportunidade de estar junto mostra justamente a importancia de ambos reconhecerem seus erros, estarem dispostos a assumir sua parcela, se reconhecerem e se conectarem, essa briga de vc é o culpado e eu sou perfeito não leva a lugar nenhum e não traz ne huma felicidade, so mais e mais rancor.
A filha adolecente parecia realmente uma chata insuportavel, mas repararam q todas as vezes q os pais mostravam minimamente se importar com o qje ela pensa, com o que ela gosta, com o que ela ta sentindo, ela ja logo se abria e se tornava carinhosa e sentimental.
Filme maravilhoso, a muito tempo não assistia uma produção de tanta qualidade e profundidade assim.