Summer Interlude / Illicit Interlude - Estados Unidos da América
Sinopse
Na véspera da estréia do seu novo espetáculo, a bailarina Marie recebe um diário, que a faz lembrar do seu primeiro amor na juventude, um episódio que marcou para sempre sua vida.
- um passado traumático, mas que também guarda a verdadeira felicidade, que mesmo já tendo findado, permanece guardada na alma da pessoa como uma lembrança - o contraponto do presente melancólico e rígido com a luz e vitalidade da juventude - fotografia deslumbrante, os momentos de ternura entre os dois apaixonados são mostrados lindamente no filme
Um dos mais lindos filmes de Bergman. Em "Summer Interlude", os primeiros anos da vida são retratados de maneira poética e lírica. A juventude surge luminosa, tem cor, perfume e alegria, como evocam as imagens cuidadosamente enquadradas, tais como pinturas de um dia de verão, entre flores, pássaros, campos e praias.
À primeira vista pode parecer improvável que Bergman, conhecido por seu estilo introspectivo e marcado por questões existenciais e psicológicas, tenha concebido um filme com tal atmosfera. No entanto, os elementos reflexivos também estão presentes em "Summer Interlude", já que o esplendor da juventude faz parte somente das memórias de Marie, uma bailarina clássica que guarda sua história sob uma aura de mistério.
Durante um ensaio para o balé 'Lago dos Cisnes', Marie recebe um pacote anônimo e, ao abri-lo, confronta-se com um passado de dores e perdas difíceis de superar. A melancolia de seu presente contrasta com as lembranças da juventude, revividas sob intensa carga emocional. Bergman mostra como as experiências do passado moldam a identidade e as escolhas, tema que retomaria em 'Morangos Silvestres' e em tantas outras obras.
Mais uma grande obra que assisto do grande Bergman que não me decepcionou, não esperava menos que um filme encantador como esse. "Juventude", na minha opinião, é um filme tenso, impulsivo, singelo, sublime e exagerado. BELÍSSIMO!
Confesso que Summer Interlude ficou bem longe de entrar nas minhas preferencias.
As peculiaridades do diretor estão presentes, e começam a tomar forma. Mas, o roteiro do filme é muito pouco inspirado, e ainda conta com algumas situações bizarras, que fazem você se sentir enojado. Certamente um dos que eu menos gostei do diretor.
- um passado traumático, mas que também guarda a verdadeira felicidade, que mesmo já tendo findado, permanece guardada na alma da pessoa como uma lembrança
- o contraponto do presente melancólico e rígido com a luz e vitalidade da juventude
- fotografia deslumbrante, os momentos de ternura entre os dois apaixonados são mostrados lindamente no filme
Um dos mais lindos filmes de Bergman. Em "Summer Interlude", os primeiros anos da vida são retratados de maneira poética e lírica. A juventude surge luminosa, tem cor, perfume e alegria, como evocam as imagens cuidadosamente enquadradas, tais como pinturas de um dia de verão, entre flores, pássaros, campos e praias.
À primeira vista pode parecer improvável que Bergman, conhecido por seu estilo introspectivo e marcado por questões existenciais e psicológicas, tenha concebido um filme com tal atmosfera. No entanto, os elementos reflexivos também estão presentes em "Summer Interlude", já que o esplendor da juventude faz parte somente das memórias de Marie, uma bailarina clássica que guarda sua história sob uma aura de mistério.
Durante um ensaio para o balé 'Lago dos Cisnes', Marie recebe um pacote anônimo e, ao abri-lo, confronta-se com um passado de dores e perdas difíceis de superar. A melancolia de seu presente contrasta com as lembranças da juventude, revividas sob intensa carga emocional. Bergman mostra como as experiências do passado moldam a identidade e as escolhas, tema que retomaria em 'Morangos Silvestres' e em tantas outras obras.
Mais uma grande obra que assisto do grande Bergman que não me decepcionou, não esperava menos que um filme encantador como esse. "Juventude", na minha opinião, é um filme tenso, impulsivo, singelo, sublime e exagerado. BELÍSSIMO!
Pequena pérola na filmografia do mestre Ingmar Bergman.
Confesso que Summer Interlude ficou bem longe de entrar nas minhas preferencias.
As peculiaridades do diretor estão presentes, e começam a tomar forma. Mas, o roteiro do filme é muito pouco inspirado, e ainda conta com algumas situações bizarras, que fazem você se sentir enojado. Certamente um dos que eu menos gostei do diretor.