Algo ruim aconteceu com Agnes. Mas a vida continua... pelo menos para todos ao seu redor. Quando uma amiga querida a visita na iminência de um marco importante, Agnes começa a perceber o quanto estava presa e começa a pensar em como seguir em frente.
Mais um independente sensível e belíssimo! É tão delicioso acompanhar o dia a dia da Agnes que eu nem senti o filme passar. Mesmo o tema sendo pesado, a sensibilidade da narrativa deixa tudo gostoso de assistir. Lindo, lindo, lindo. Bem bom!
umas coisas meio forçadas, tipo a parada de cogitar colocar fogo na casa do cara (ainda mais no clichê da amiga negra que se sacrifica pela protagonista branca) e a mina recalcada que fica seguindo e falando merda e ela vai jantar (?!?) na casa dela. mas, na cena do médico, eu acho que elas estarem meio ásperas com ele se justifica pelo acontecido ser ainda muito recente e, sem saber lidar de forma mais "fria", um homem fazendo falas pouco empáticas traz uma repulsa, mesmo. no mais, muito bom, algumas cenas como a do dia ruim em si, do júri, da banheira com o Gavin, e o final com a bebê, me destruíram, e todo filme tem uma aura que dá um nó na garganta. que inferno é ser mulher nesse mundo.
gostei, achei ótimo
só a cena delas sendo estúpida com o médico que não entendi, ali acabei pegando raiva das duas, mas ainda bem não durou muito tempo, pois não prejudicou restante do filme
talvez alguém venha comentar aqui que só mulheres entendem que naquela situação elas não foram estúpidas e que agiriam assim agressivamente na defensiva contra qualquer homem dado o recente ocorrido e estarem numa posição vulnerável perante ginecologista homem.
Não sei como descobri esse filme, mas deve ter sido na lista dos 64 melhores filmes de 2025 do Otávio Uga.
Foi ok.
Me dispersei um pouco no início. Só foi me prender depois da "Bad thing" (é chamado assim no início do "capítulo").
E isso afetou minha relação com o filme.
Não gostei do "humor" (seria tom? Não sei o termo correto) da Agnes e da Lydie em alguns momentos após o acontecimento.
Sei que A FORMA DE CADA UM LIDAR COM OS TRAUMAS É BEM PESSOAL, mas não curti algumas falas e "piadas" das personagens.
Por exemplo na passagem do médico, não gostei da forma como a Lydie o tratou e do tom da Agnes, que parecia estar "brincando".
Só na última cena entendemos o porque do titulo do filme.
Tomara que a Agnes e todo mundo que passou por algo parecido consiga seguir em frente.
diálogos honestos e uma sutileza que somente os filmes independentes conseguem realizar.