Phil Potter (Burt Reynolds) é um jornalista que leva uma vida boa, mas que entra num período ruim depois que sua mulher o abandona para se tonar cantora e compositora de sucesso. Para ajudar a superar o trauma, ele conta com a ajuda de uma professora primária, mas nada é muito fácil, já que ele ainda está muito ligado à ex-mulher.
2 indicações ao Oscar
4 indicações ao Globo de Ouro
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Surpreendente drama com camadas cômicas encabeçado pelo um ótimo elenco. E é tão surpreendente ver Burt Reynolds fora de seu terreno habitual e despido da aura de machão. Jill Clayburgh está cativante em sua personagem. Candice Bergen está belíssima num personagem que altera dubiedade e melancolia. O resto do elenco segura as pontas direitinho. E Alan J. Pakula dá um tempo em seus Thrillers políticos e discute aqui, amor, separação e solidão humano. A roda de amigos que Burt Reynolds se encontra com homens separados e solitários rendem bons diálogos. Bom filme!
Pobre de enredo.
Eu tinha absoluta certeza de que nunca tinha visto esse filme, até ver a cena em que...
... a Marilyn, na rua, à noite, grita com o Potter, o chamando de maníaco, depois na casa do irmão dele, ela diz ter sido agredida por um estranho, quando ele chega, eles se reconhecem e ela percebe que cometeu um engano.
Eu sempre me lembrava dessa cena, mas não sabia de que filme era. Nem mesmo me lembrava que se tratava de um filme do Burt Reynolds. Enfim...
A falta de amor próprio do personagem do Burt é algo irritante, já que, ele sente uma certa obsessão pela ex-mulher. Depois da separação, ele liga para a ex, e ela deixa bem claro que o casamento acabou, tempos depois, quando ele parece ter superado o divórcio, e estar bem ao lado da Marilyn, sua ex-mulher reaparece de repente sem avisar, ele fica tão emocionado, tão chocado com a presença dela, que no dia seguinte, tem uma crise de ansiedade dentro de uma loja. Ele chega a conclusão de que precisa de sua ex-mulher. Abandona a Marilyn e volta com a ex, só que essa volta, é muito rápida, ela chega a conclusão de que o casamento acabou mesmo, e que ele deve amar a Marilyn. Só aí, ele se dá conta de que está apaixonado pela Marilyn. Não me convenceu.
Não gostei.
Relacionamentos e pessoas ... os anos passam mas, as únicas coisas que mudam... os calendários, as cidades e os países. Mas as pessoas e os relacionamentos continuam sempre com os mesmos sabores e agruras.
Um bom filme mas não deve ser assistido em determinada ocasião.
Um filme doce, cativante, com momentos engraçados. Burt Reynolds surpreendente como um homem assustado com a separação, bem diferente dos seus tipos machões. Aplausos para Jill Clayburgh que encontrou a exata medida para a sua personagem com emoção e intensidade.