Robert Merrick é um playboy inconsequente. Em uma de suas bebedeiras, ele acaba sendo socorrido e devido a isso Helen Hudson perde seu marido. Repreendido pela sociedade, ele procura resgatar seu débito sem que a viúva saiba.
A principal diferença entre esta versão e a de Douglas Sirk é que esta tem uma narrativa mais simplificada, utilizando mais diálogos expositivos. Também há mais momentos de humor do que na versão de 1954. Também há saltos no tempo que podem confundir o espectador:
Um bom filme que eu gosto muito, mas infelizmente eclipsado pela soberba versão de Douglas Sirk que é muito mais emocionante e melodramática, mas acho injusto o limbo que essa versão anterior encontra-se, pois ela possui suas qualidades, só não podemos comparar e conferir quadro a quadro com o remake de Sirk, pois é uma injustiça. A presença de Irene Dunne é uma dessas qualidades, como já disse em uma outra resenha de um filme estrelado por ela, ela era uma atriz natural e a personagem pede justamente isso. Ela consegue de imediato a nossa empatia. Robert Taylor também é outra dessas qualidades: ele consegue amadurecer bem um personagem que começa inconsequente e termina redimido. Em mais uma revisão, continuo achando um filme dramático de classe.
A principal diferença entre esta versão e a de Douglas Sirk é que esta tem uma narrativa mais simplificada, utilizando mais diálogos expositivos. Também há mais momentos de humor do que na versão de 1954. Também há saltos no tempo que podem confundir o espectador:
Em uma cena ficamos sabendo que Helen ficou cega e na cena seguinte ela já está andando pela rua e lendo em braile.
Um bom filme que eu gosto muito, mas infelizmente eclipsado pela soberba versão de Douglas Sirk que é muito mais emocionante e melodramática, mas acho injusto o limbo que essa versão anterior encontra-se, pois ela possui suas qualidades, só não podemos comparar e conferir quadro a quadro com o remake de Sirk, pois é uma injustiça. A presença de Irene Dunne é uma dessas qualidades, como já disse em uma outra resenha de um filme estrelado por ela, ela era uma atriz natural e a personagem pede justamente isso. Ela consegue de imediato a nossa empatia. Robert Taylor também é outra dessas qualidades: ele consegue amadurecer bem um personagem que começa inconsequente e termina redimido.
Em mais uma revisão, continuo achando um filme dramático de classe.
Maravilhoso, uma linda história de amor,perdão e renúncia.Robert Taylor numa ótima interpretação. Vou assistir o remake para poder comparar.
Tão maravilhosa, quanto a versão de Sirk, sou apaixonado por essa história de amor tão maravilhosa.
Gostei dessa versão. Irei ver a de Rock Hudson para comparar. Dizem que a segunda é melhor, vamos ver. :)