A continuação demorou 17 anos para ser lançada — tempo demais, deveriam ter feito quando estavam no auge.
A troca da maioria dos dubladores originais foi desagradável. O roteiro é muito fraco, tentando copiar o primeiro filme. Piadas sem graça, quase não dei risada. Deram destaque exagerado ao Farva, que está muito caricato e irritante, algo que ele não era no longa anterior.
Valeu a pena para ver a galera reunida depois de anos, o carisma de Rob Lowe e a beleza de Emmanuelle Chriqui, com destaque para o duplo plot twist da personagem dela na conclusão, que me surpreendeu.
Só nostalgia não é suficiente para funcionar. Agora, fico no aguardo do lançamento do terceiro filme. É uma continuação fraca, chata e decepcionante.
Super Troopers 2 (2018), no Brasil Super Tiras 2, esse me surpreendeu, manteve a média do primeiro no final das contas, mas eu ri mais nesse. O Farva tá impecável nesse filme, ele que foi o cara mais chato e sem graça do primeiro, aliás o que era o real propósito do seu personagem, e ele cumpriu isso com êxito, era ignorado pelos parceiros. Enquanto os outros tinham mais tempo de tela e ótimas piadas e excelentes dinâmicas de piadas em dupla, trio, ou grupo em certas ocasiões. Mas nesse aqui o Farva tá on fire, toda vez que ele aparece sai algo bom, tá demais mesmo, e eu fiquei realmente impressionado como o personagem evoluiu dentro do mesmo estilo exagerado e tosco que sempre definiu ele. Mas não posso dizer o contrário dos outros.
Mas senti falta do Thorne nesse filme, acho que ficou meio apagado,
no outro filme ele exercia mais liderança e puxava o bonde sempre, mas nesse aqui as piadas com ele e o Flova Scotia não foram tão legais e a sua feminilização.
Isso acabou tirando um pouco o brilho natural que ele tinha, e me fez perceber como o grupo depende desse equilíbrio de personalidades absurdas para funcionar. Ainda assim, mesmo apagado, ele contribui para aquela energia caótica que define os Super Tiras, só que dessa vez menos inspirado.
As piadas com o Canadá são boas, as com os americanos também, aliás as zuações com o jeito de os canadenses falarem me fez entender a zoação do South Park com eles, e também Terrence e Phillip. Eu sempre vi aquilo como pura caricatura, mas aqui, vendo os personagens canadenses e toda a maneira caricata e carinhosa de retratar o país, eu comecei a notar a lógica por trás da comédia. O filme usa os estereótipos dos dois lados da fronteira para criar uma rivalidade engraçada, quase infantil, mas que encaixa perfeitamente no humor absurdo do Broken Lizard.
A trama em si é praticamente a mesma do primeiro filme, durante esse filme eles passam o filme inteiro falando sobre o incidente com Freddie Savage, mas não é dito exatamente o que aconteceu e muito menos mostrado,
mas durante o final na cena pós-créditos eles mostram o que realmente aconteceu.
Esse mistério bobo fica rondando toda a história, criando expectativa para algo completamente idiota — e justamente por isso funciona dentro desse universo onde tudo é levado ao extremo da bobagem consciente. A repetição da estrutura do primeiro filme também não me incomodou, porque a graça deles nunca esteve na trama, mas no caos, nos improvisos, nos absurdos, e aqui isso aparece por todos os lados.
A parte em que eles se vestem como os policiais do Canadá e abordam os carros é uma das melhores horas do filme, porque as dinâmicas deles foram muito boas ali. Cada abordagem vira uma piada diferente, e o grupo funciona tão bem junto que tudo parece fluir naturalmente, com aquele humor exagerado deles no auge.
ssa continuação sai 17 anos depois do original, escrito, dirigido e atuado pelo grupo de comediantes Broken Lizzard (uma espécie de Porta dos Fundos dos EUA) e tem a sua maior qualidade em ser exatamente aquilo que se pode esperar de uma comédia besteirol light. Me segue lá no @instacinecriticas no Instagram e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!
A continuação demorou 17 anos para ser lançada — tempo demais, deveriam ter feito quando estavam no auge.
A troca da maioria dos dubladores originais foi desagradável. O roteiro é muito fraco, tentando copiar o primeiro filme. Piadas sem graça, quase não dei risada. Deram destaque exagerado ao Farva, que está muito caricato e irritante, algo que ele não era no longa anterior.
Valeu a pena para ver a galera reunida depois de anos, o carisma de Rob Lowe e a beleza de Emmanuelle Chriqui, com destaque para o duplo plot twist da personagem dela na conclusão, que me surpreendeu.
Só nostalgia não é suficiente para funcionar. Agora, fico no aguardo do lançamento do terceiro filme. É uma continuação fraca, chata e decepcionante.
Ranking:
6.7/100=(Super Tiras 1) Super Tiras (2001)
4.0/100=(Super Tiras 2) Super Tiras 2 (2018)
Super Troopers 2 (2018), no Brasil Super Tiras 2, esse me surpreendeu, manteve a média do primeiro no final das contas, mas eu ri mais nesse. O Farva tá impecável nesse filme, ele que foi o cara mais chato e sem graça do primeiro, aliás o que era o real propósito do seu personagem, e ele cumpriu isso com êxito, era ignorado pelos parceiros. Enquanto os outros tinham mais tempo de tela e ótimas piadas e excelentes dinâmicas de piadas em dupla, trio, ou grupo em certas ocasiões. Mas nesse aqui o Farva tá on fire, toda vez que ele aparece sai algo bom, tá demais mesmo, e eu fiquei realmente impressionado como o personagem evoluiu dentro do mesmo estilo exagerado e tosco que sempre definiu ele. Mas não posso dizer o contrário dos outros.
Mas senti falta do Thorne nesse filme, acho que ficou meio apagado,
no outro filme ele exercia mais liderança e puxava o bonde sempre, mas nesse aqui as piadas com ele e o Flova Scotia não foram tão legais e a sua feminilização.
As piadas com o Canadá são boas, as com os americanos também, aliás as zuações com o jeito de os canadenses falarem me fez entender a zoação do South Park com eles, e também Terrence e Phillip. Eu sempre vi aquilo como pura caricatura, mas aqui, vendo os personagens canadenses e toda a maneira caricata e carinhosa de retratar o país, eu comecei a notar a lógica por trás da comédia. O filme usa os estereótipos dos dois lados da fronteira para criar uma rivalidade engraçada, quase infantil, mas que encaixa perfeitamente no humor absurdo do Broken Lizard.
A trama em si é praticamente a mesma do primeiro filme, durante esse filme eles passam o filme inteiro falando sobre o incidente com Freddie Savage, mas não é dito exatamente o que aconteceu e muito menos mostrado,
mas durante o final na cena pós-créditos eles mostram o que realmente aconteceu.
A parte em que eles se vestem como os policiais do Canadá e abordam os carros é uma das melhores horas do filme, porque as dinâmicas deles foram muito boas ali. Cada abordagem vira uma piada diferente, e o grupo funciona tão bem junto que tudo parece fluir naturalmente, com aquele humor exagerado deles no auge.
O começo mostra Damon Wayans Jr. e Seann William Scott como Stifler em um sonho do Mac.
Assistido em 06/12/2025
ssa continuação sai 17 anos depois do original, escrito, dirigido e atuado pelo grupo de comediantes Broken Lizzard (uma espécie de Porta dos Fundos dos EUA) e tem a sua maior qualidade em ser exatamente aquilo que se pode esperar de uma comédia besteirol light.
Me segue lá no @instacinecriticas no Instagram e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!
Olha, esperava muito mais desse filme, achei ele um filme mediano, sem graça.