Acompanhamos o Sr. Badii, que viaja de carro pelos campos de Teerã. Ele está procurando um trabalhador, alguém que esteja disposto a ajudá-lo num plano que reflete toda a sua amargura e solidão.
Não é um filme para qualquer um, tem ritmo muito arrastado, praticamente o filme todo é dentro do carro do Sr Badii. Eh um drama existencial, talvez o que tiramos de proveito são algumas conversas mais ao final do filme mais filosóficas sobre a experiência do último senhor que ele da carona. Acho que ele deixa claro que coisas simples também podem ser prazerosas, como saborear uma fruta, assitir o por do sol. Eh um filme bem reflexivo. O final é aberto e o diretor deixa uma dupla interpretação por não sabermos se o Sr Badii consuma o suicídio ou não.
Das obras do diretor Abbas Kiarostami que eu vi até agora essa foi a que eu menos apreciei. O roteiro tem uma história curiosa e interessante que teria rendido muito mais em um curta-metragem. Já que em boa parte do filme não acontece quase nada e quando ocorre é de forma muito lenta. Tem momentos que se você desviar a atenção dele não perde nada. O final
"...Eu tinha saído de casa para me matar e voltei com as amoras. Uma amora salvou minha vida. Uma amora salvou minha vida”
Não é um filme para qualquer um, tem ritmo muito arrastado, praticamente o filme todo é dentro do carro do Sr Badii. Eh um drama existencial, talvez o que tiramos de proveito são algumas conversas mais ao final do filme mais filosóficas sobre a experiência do último senhor que ele da carona. Acho que ele deixa claro que coisas simples também podem ser prazerosas, como saborear uma fruta, assitir o por do sol. Eh um filme bem reflexivo. O final é aberto e o diretor deixa uma dupla interpretação por não sabermos se o Sr Badii consuma o suicídio ou não.
Das obras do diretor Abbas Kiarostami que eu vi até agora essa foi a que eu menos apreciei. O roteiro tem uma história curiosa e interessante que teria rendido muito mais em um curta-metragem. Já que em boa parte do filme não acontece quase nada e quando ocorre é de forma muito lenta. Tem momentos que se você desviar a atenção dele não perde nada. O final
parecia que ia compensar tudo e acaba decepcionando por deixar a história totalmente em aberto.
Poético e cheio de metáforas de interpretações pessoais diversas. A fotografia é um show a parte.
Três estrelas pela fotografia belíssima, mas infelizmente não curti muito não :(