Tarântula

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Tarântula (1955)
Média do filme: 3.1 de 5 — baseado em 312 votos
MÉDIAFILMOW
3.1
312 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Jack Arnold (I)
Data de lançamento 23 Nov. 1955 Outras datas
Duração 80 min (1h20)
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

23 Nov. 1955

Duração

80 minutos
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Sinopse

Um cientista conduz experimentos sobre crescimento de animais em um laboratório isolado no deserto, quando uma aranha gigante - uma de suas mais admiráveis conquistas - escapa do laboratório, passando a aterrorizar toda a população local.

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VisionQuest

Comentários 0
amigos querem ver
sertaocosmico
jefferson honorato
4 meses atrás

“Sabe, acho que todo Americano é louco”

🕷️ A vibe preto e branco dessa película me deixa altamente elétrico. Que coisa Linda! Mais uma historieta que poderia facilmente ter saído de uma pulp fiction. Novamente ressalto, o diretor Jack Arnold tem uma cadeira cativa relacionado ao cinema fantástico desse período: Horror, Ficção Científica, Thriller Noir, Faroeste, uma filmografia invejável e muito acima da média.

🕷️ Quando o assunto são filmes com a temática Ficção Científica e Terror Animal, Tarântula está entre os meus favoritos. Os anos 50 e 60 foram terrenos férteis para esse estilo de cinema. Doses de paranoia e Guerra Fria se fazia presente no tal cinema norte americano, o que de fato não podemos negar, saiu grandes pérolas.

🕷️ Aqui em Tarântula (1955) já podemos ver um início experimental em relação aos efeitos práticos que iria alcançar o seu auge dois anos depois em: O Incrível Homem Que Encolheu (1957). Claro que nesse tipo de película alguns sensos de descrença precisam ser ativados. Como o fato de ter uma aranha de 500 metros passeando por aí e praticamente ninguém pôr os olhos nela.

“A acromegalia é uma doença rara caracterizada pela produção excessiva do hormônio do crescimento”

🕷️ Tarantula ainda dá tempo de construir um argumento super atual em relação ao aumento desenfreado da população e a escassez de alimento para essa. E claro que não poderia faltar a figura do “cientista louco” por trás de tal missão. Afinal, louco ou gênio? Assista e assine o seu veredito!

rafinhaqq
rafinhaqq
1 ano atrás

O ritmo é bem lento, a história demora para engrenar e a aparição do terror da Tarântula nem é tão grandiosa. Ela é bem lenta, dá para fugir suavemente.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Tem um velho que morre no começo porque é burro: primeiro, ele demora para atirar, mas sabemos que isso não resolveria; depois, ele nem corre, apenas grita enquanto, por segundos, espera a morte o abraçar.

Vale pelas cenas no laboratório, dos bichos grandes, e por alguma maquiagem aproveitável.

Quando o professor Deemer disse que a população mundial em 2000 seria de menos de 4 bilhões, fui verificar quanto era, e era praticamente o dobro do que ele falou, pouco mais de 6 bilhões.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Nem reconheci o Clint Eastwood no final do filme como o líder do esquadrão.

Assistido em 18/08/2025.

editado
penelopepoczuda
Penelope
½
1 ano atrás

Prepare seu inseticida e uma boa dose de paciência: Tarantula é daqueles filmes em que a criatura cresce, mas a tensão… nem tanto. O longa é, sim, um espécime interessante dentro do zoológico de horrores da ficção científica dos anos 50. Não apenas por inaugurar (ou quase) o filão das aranhas gigantes no cinema, mas por oferecer o curioso espetáculo de uma tarântula do tamanho de um prédio desfilando com a elegância de quem tem artrite nos oito joelhos.

Ao contrário das frenéticas aracnídeas de Aracnofobia (1990), que se multiplicam pelo cenário com a rapidez de um boato maldoso, a criatura aqui é lenta, solenemente desengonçada — mais ameaça de congestionamento do que de morte súbita. Parte disso vem da própria tecnologia: a aranha é, ao que tudo indica, uma filmagem real sobreposta a miniaturas, o que até dá um charme artesanal e um mistério técnico. Mas o resultado estético às vezes beira o borrão. Em preto e branco, sua figura aparece como um amontoado de pernas negras que se arrastam como se tivessem que parar pra respirar a cada passo. Há uma cena interessante em que a tarântula aparece pela janela — um raro momento em que o filme parece lembrar que o público está ali para sentir alguma coisa além de curiosidade científica.

O maior “fiapo” dessa teia, no entanto, talvez esteja no ritmo. Sim, é fácil cair na armadilha de comparar com blockbusters contemporâneos, mas mesmo dentro dos padrões da época, Tarantula é uma trama que demora a picar. O roteiro aposta alto na exposição científica sobre experimentos de crescimento em animais. A ideia de coelhos e ratos gigantes até causa um arrepio zoológico, mas a condução do tema falta o brilho sombrio de um Frankenstein, que sabia ser tanto gótico quanto grandioso. Aqui, o horror é diluído em explicações didáticas, com cientistas de fala pausada, olhos cansados e zero carisma laboratorial.

Os personagens humanos não ajudam: não há nenhum tipo “cineasta megalomaníaco” ou “bela memorável em perigo” como em King Kong. E mesmo o desastre natural – quando pedras caem, casas ruem ou a aranha ataca – acontece como se o filme estivesse em modo soneca. Nada disso, no entanto, invalida sua importância histórica. Se hoje temos aranhas em CGI invadindo metrópoles ou escalando super-heróis, é graças a filmes como esse, que botaram o primeiro pé (de oito) nessa estrada.

Tarantula não merece ser esquecido, mas também não precisa ser louvado além da conta. Funciona melhor como uma cápsula do tempo — dessas que a gente encontra, abre com cuidado, acha curiosa e depois guarda de volta na estante. Na sua teia de intenções, o filme até tenta nos prender, mas seu fio é tênue demais para segurar o peso do medo — e da memória.

_pedromachado_
Pedro Machado
1 ano atrás

O enredo é bem simples e ingênuo, seguindo uma fórmula muito utilizada na época que apostava em temas relacionados os perigos da radiação, sempre mal utilizada por algum cientista inescrupuloso em experimentos com fins militares.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Desta vez a diferença é que o cientista parecia mais bem-intencionado, visando criar um nutriente milagroso para acabar com a fome mundial. Só que de repente (como era de se esperar) a experiência sai do controle e as cobaias crescem descontroladamente.

Neste contexto a aranha super nutrida do poster passa a fazer estragos por onde passa, até ser incinerada no final por um ataque de napalm lançado pela Força Aérea.


Os efeitos especiais do filme, que retratam animais e insetos gigantes, foram avançados para meados da década de 1950. A tarântula era uma aranha viva real e jatos de ar eram usados ​​para fazê-la se mover da maneira desejada sobre uma paisagem em miniatura. Vistos hoje estes efeitos parecem patéticos mas para a época devem ter parecido bastante convincentes e provocar aflição real em quem tinha medo de aranhas.

O filme não é nenhuma obra prima mas com certeza devia valer o preço do ingresso naquela época...

Curiosidades: Clint Eastwood faz uma ponta no final, como líder do esquadrão de jatos.

Durante o filme o professor Gerald Deemer previu que até o ano 2000 a população humana seria de 3,6 bilhões. Na realidade a população seria quase o dobro na virada do milênio.

deborast
Debora S Tavares
2 anos atrás

gostei do começo ao fim,muito bem feito para época.

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½
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2½
3
3½
4
4½
5

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