Cat Storm é uma adolescente que mora na área nobre de Nova York, com seu irmão caçula e com sua mãe, uma mulher preocupada demais com o trabalho e problemas financeiros, para dar atenção suficiente aos filhos. Cat frequenta a mais prestigiada escola da cidade. Delilah, sua melhor amiga, não é uma boa influência e só lhe arranja confusão. Seu paquera é William, o bonitão da escola e integrante de um seleto grupo. Quando Delilah é expulsa do colégio por porte de cocaína, Cat sente-se sozinha. Para sua sorte, ela torna-se amiga de uma das garotas do grupo,e é aceita como nova integrante,conquistando seu lugar.
Uma adolescente que busca seu espaço na vida. Faltou aprofundar os dilemas expostos sobre a protagonista. O ritmo lento da narrativa enfraquece a obra.
O filme vai construindo, aos poucos, uma sensação incômoda de deslocamento, como se aquela garota simplesmente não devesse estar ali, como se aquele ambiente não fosse o lugar dela. Essa estranheza cresce ao longo da narrativa e até prende a atenção, mas acaba não sendo suficiente para sustentar o todo.
Os personagens coadjuvantes, inclusive, são muito mais interessantes e acabam roubando completamente o filme. Eles têm mais presença, mais personalidade e entregam muito mais do que a protagonista, que infelizmente é bastante inexpressiva e mal desenvolvida. A atuação deixa a desejar, o que dificulta ainda mais a conexão com a personagem principal e enfraquece o impacto da história.
Por outro lado, é impossível não reconhecer o cuidado estético do filme. A fotografia é, sem dúvida, o ponto mais forte: há uma estética muito bem trabalhada, com aquele visual característico do início dos final dos anos 90, que dá um charme especial às cenas. A composição, iluminação e enquadramentos são bem pensados e ajudam a criar uma atmosfera envolvente, mesmo quando a narrativa falha.
Além disso, a Bijou Phillips está simplesmente maravilhosa em cena, com uma presença que chama atenção, e as participações da Mischa Barton também se destacam bastante, especialmente pelo apelo estético e pela química nas cenas em que aparecem.
No fim, o filme acaba sendo mais interessante pelo estilo e pela atmosfera do que pela história ou pelas atuações, é bonito de ver, mas não entrega tudo o que poderia.
26/01/2026
assistivel
Uma bela oportunidade de ser mais um filme sobre aborrecente rico esnobe escroto, e menina querendo seu lugar batata ruffles, normal nessa idade, quando se quer pertencer...
Mas aqui nada funciona direito, e vazio, sem sentimentos, quando se exige uma expressão, algo, não vem e apático, depois de tudo que o tal William fez, e sua turma, ainda sim ela o deixa entrar e da atenção, é surreal...A Dominique não ajuda, faz cara de confuso sobrinho o tempo todo, não vejo tristeza, revolta, só uma songa monga tomando tapa pra todo lado e sua revoltinha contra o pai e mãe, rebelde sem causa..
Alias que cena preconceituosa, seu pai e judeu, sim é, então não vamos mais nos falar, que orra e essa , o filme e na Alemanha nazista, pq uma britânica dizer isso na cara da guria morando em new york nos EUA ficou bizarro...
Raso demais, que pena, pq tem um cerne ate bom..mas bem mal conduzido..e a capa do filme, parece cine prive.
A protagonista é péssima, a única coisa boa é a fotografia.