James Parker (C. Aubrey Smith) e Harry Holt (Neil Hamilton) encontram-se numa expedição, na África, à procura de um cemitério de elefantes onde pretendem encontrar bastante marfim, o suficiente para se tornarem ricos. A bela e jovem filha de Parker, Jane (Maureen O'Sullivan), chega, de surpresa, ávida para vivenciar o exotismo do Continente Negro, e se junta ao grupo. Harry sente-se atraído pela jovem mas, quando o safári é emboscado por nativos hostis, ela termina sendo sequestrada por Tarzan (Johnny Weissmuller), que a leva para sua casa no alto de uma árvore. Lá, ela se apaixona pelo Homem das Selvas.
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Reassistido via YouTube em 03/09/2026.
Este sempre foi um dos meus filmes favoritos da saga do Rei da Selva. Lançado em 1932, esse clássico envelheceu muito bem. Foi aqui que Johnny Weissmuller vestiu a tanga de Tarzan pela primeira vez, inaugurando sua histórica jornada de doze filmes no papel. Ao seu lado, Maureen O'Sullivan entrega uma Jane magnética e sensual, roubando a cena nesta produção em preto e branco da MGM que ainda conta com um elenco de apoio impecável.
Embora seja uma obra datada, o longa se tornou antológico; não perdeu o encanto e continua funcionando perfeitamente como um entretenimento de aventura selvagem. É fato que, nesta versão, o protagonista se distancia do perfil mais intelectual criado pelo autor Edgar Rice Burroughs. Contudo, a performance de Weissmuller moldou o imaginário popular, marcando a história do cinema com sua presença física e com o famoso grito do herói.
"Tarzan, O Filho da Selva" mantém sua aura de cult movie graças à sua força narrativa e ao fascínio duradouro que exerce sobre os fãs. Um clássico genuinamente atemporal.
Acho que o mais legal é o gritinho icônico e enigmático pré aparição de Tarzan , fora isso é um exemplar de aventura que mostra novamente como o entendimento do homem x natureza mudou em quase 100 anos. Hoje é inadmissível a matança aos animais mesmo para mim ,que nunca dei muito bola para o papinho frouxo de preservação da fauna e da flora. O filme em si é meio arrastado e monótono.
28.07.1992
Disponível no Youtube com áudio e som originais.
O icônico Johnny Weissmuller fez ao todo, 12 filmes com o personagem nas telas, entre 1932 e 1948, arrebatando legiões de fãs, mundo afora. Em "Tarzan, The Ape Man", Weissmuller se tornou mais conhecido pelo primeiro grito sonoro na figura de Tarzan que, na verdade, é uma mistura de sons. Para ser mais específico, o famoso e incrível grito produzido por Weissmuller não era totalmente de sua autoria. Era uma combinação de diversos sons, incluindo o seu próprio grito, um dó agudo de uma soprano e um uivo de hiena gravado em fita e reproduzido de trás para frente.
Este foi o primeiro da série produzido em P&B pela MGM, já nos primeiros anos do cinema falado. Na minha opinião, um clássico do cinema aventura, baseado no célebre romance escrito por Edgar Rice Burroughs.
No elenco de apoio, temos Neil Hamilton e Maureen O"Sullivan em sua estreia como Jane Parker.
"Tarzan, The Ape Man", teve sua última exibição na TV aberta, em 12/02/1992, pela extinta Sessão Classe A.
Filme divertido e nostálgico.
Tem um ritmo interessante na aventura,mas é um filme extremamente datado.Efeitos e caracterizações são deprimentes.
>Assistido em 24 de Maio de 2023