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Uma jovem professora muda-se para uma cidadezinha do litoral paulista para esquecer um romance fracassado. Mas lá ela encontra o inesperado: o amor de um jornalista, a paixão de um homem casado e infeliz e as atenções excessivas da diretora da escola. É uma situação perigosa que termina em violência quando a professora é injustamente acusada de assassinato. Mas como provar sua inocência?
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Difícil escrever algo do filme e não pensar na beleza de Sandra Graffi. Mas o roteiro é bem interessante, ainda que um tanto quanto obvio, mas prende a atenção (não só pela Sandra Graffi). Nota 6,5.
Ainda não vi.
Na ocasião em que este filme estava em cartaz uma pessoa havia me dito que ele não era bom. Mesmo assim entrei no cinema e vi que não havia perdido o meu tempo, pois se tratava de uma história policial descomplicada, ou seja, direta sem muito mistério e com algumas coisas para refletir. E também havia um erotismo nada discreto, muito diferente dos dias atuais...
Funciona mais em teoria, visto que a trama do filme é insistente em seu tom denuncista contra a hipocrisia dos recalcados sexuais, mas, apesar de um ou outro problema de realização, é um filme bem-feito, com personagens críveis e situações dignas de atenção, a fim de que não sejam mais repetidas. Alfredo Sternheim deixa claro algumas de suas limitações ideológicas neste filme. (WPC>)
Por meio de uma trama bastante simples, Alfredo Sternheim consegue a proeza de abordar temas como hipocrisia social, machismo, libertação feminina, etc. E tudo de forma bastante acessível ao grande público. Creio que as referências aqui presentes vão desde o seu contemporâneo Walter Hugo Khouri até, quem sabe, Eric Rohmer, dada a semelhança na forma como se trata questões cotidianas e, aparentemente banais, transformando-as em reflexões de caráter filosófico, assim como faria o mestre francês (Rohmer). Destaque p\ a beleza simplesmente escultural da protagonista, Sandra Graffi.