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Duração
No antigo Egito um faraó (Jack Hawkins), ao retornar de uma campanha vitoriosa, decide construir uma pirâmide, onde será enterrado juntamente com seu tesouro, que espera desfrutar em uma segunda vida. Para garantir que nada será roubado ele aprova a idéia de um arquiteto, que é seu prisioneiro, juntamente com seu povo. Eles fazem um acordo, que se o arquiteto construir esta magnífica pirâmide os cativos serão gradativamente libertados durante a construção. Porém a empreitada é demorada, assim o faraó cobra tributos dos territórios conquistados para poder erguer esta gigantesca pirâmide. A província de Cipros não envia nada a não ser uma bela princesa (Joan Collins), que seria o tributo. O faraó acaba se casando com ela, que se torna a segunda esposa. Entretanto, ao ver os tesouros do faraó, ela seduz o guarda do tesouro e arquiteta como poderá ser a nova rainha do Egito e ficar com todo aquele ouro.
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Um épico, histórico e dramático, um dos melhores que já vi, e principalmente se tratando do Egito, o filme mostra os bastidores por trás das pirâmides, mostra toda a engenharia e expertise dos homens naquele tempo, e tudo isso torna o longa ainda mais interessante.
Terra dos faraós é mais do que só um épico, é uma viagem no tempo, um dos filmes mais fiéis que já vi até o momento, o filme dosa bem com um lado bem interessante que seria toda a arquitetura por trás das construções das pirâmides mas também nos trás uma trama política e repleta de intrigas e reviravoltas, aliás, é reviravolta atrás de reviravolta, o plano final é incrível, e o último trecho do filme deixa é nítido o quão a história é importante em nossas vidas, e esse filme é aula.
Achei que o filme poderia ser um pouco mais curto, alguns momentos o filme fica meio perdido sem saber ao certo o que quer passar, mas isso é o de menos, pois não dura muito tempo, é um épico diferente, se você espera ver batalhas com dezenas de figurantes, esquece, aqui é algo mais voltado pro diálogo, e não afeta em nada a ideia que o filme almeja passar. No mais, filmaço!
Drama histórico com ares aventureiros filmado no Cairo e em outras cidades do Egito, um clássico de Hollywood feito no auge das superproduções épicas, com milhares de figurantes – participaram cerca de 10 mil pessoas, além de um elenco de peso e figurinos luxuosos. É um espetáculo visual que foca no reinado de Quenum Khufu, o monarca Quéops, no Antigo Egito, que governou o Império egípcio entre os anos de 2589 a 2566 a.C., principalmente na ideia megalomaníaca dele de construir a maior pirâmide do mundo, para ser enterrado quando morresse. O projeto deu certo, demorou 20 anos a construção, houve inúmeros conflitos e mortes – a Pirâmide de Quéops, chamada de Grande Pirâmide de Gizé, é a mais antiga das Sete Maravilhas do Mundo Antigo e a maior das três pirâmides na Necrópole de Gizé, na fronteira de Gizé com Cairo, com quase 150 metros de altura.
É puro suco de entretenimento, não reconstitui precisamente a História real do Egito, assim como muitos filmes épicos norte-americanos da época, e vemos o ponto de vista dos americanos sobre o Egito. Mas a história é intensa, curiosa e que vale a assistida. Tem o inglês Jack Hawkins, de ‘Ben Hur’ (1959), Joan Collins, de ‘Esther e o rei’ (1960), Dewey Martin, de ‘O monstro do Ártico’ (1951) e o filho de Charles Chaplin, Sidney Chaplin, de ‘Luzes da ribalta’ (1952).
Roteiro do premiado Harry Kurnitz, com contribuição do escritor prêmio Nobel William Faulkner, e trilha retumbante do russo Dimitri Tiomkin. Quem dirige é Howard Hawks, de ‘Rio vermelho’ (1948), o mestre do faroeste psicológico, em sua única incursão em filmes épicos. O filme fracassou nas bilheterias da época e depois foi muito reprisado na TV aberta. Em DVD pela Versátil e pela Classicline.
POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
Épico mixuruca com produção pobre, atuações rasteiras do elenco e onde só a música de Dimitri Tiomkin se salva. Curiosamente, parece que foi o laboratório onde Collins ensaiou para sua futura vilã de "Dinastia", Alexis!
O final deste filme foi o mais impactante de todos os tempos pra mim, surreal, tenso. Filmaço.
Revisto em 3/2024, pode não ser uma obra prima, mas ainda continua sendo um bom passatempo, o bom roteiro, as ótimas atuações principalmente de Jack Hawkins, e Joan Collins no Auge da beleza, suas lições de moral ainda são bem atuais, sendo um fã de filmes épicos é diversão na certa.