A saga de uma mulher, guiada pela força do amor e movida pelo desejo de justiça, se cruza com a de uma família dividida pela ambição e muitos segredos.
Tinha esquecido de marcar essa novela, a dupla da duologia: Se Eu Fosse Você voltaram a trabalhar juntos nessa novela que Tony Ramos faz o papel de corno surtado e caricato, já seria péssimo ser casado com uma mulher horrenda como Glória Pires e ser corno seria vergonhoso demais, tentaram fazer uma novela na pegada policial, mas infelizmente não deu certo, tudo muito forçado.
A novela também teve erros incontestáveis. A saga da Aline não empolgou e andou em círculos ao longo dos meses. A mocinha sempre era ameaçada por Antônio,
enfrentava o vilão, acabava sofrendo alguma consequência grave (prisão, incêndio da plantação e perda das terras)
e depois o ciclo vicioso recomeçava. Barbara Reis esteve incrível e mostrou que estava preparada, sim, para uma protagonista. Mas o enredo não ajudou. Também não deu para engolir a redenção de Andrade. Espancador de mulher não merece final feliz, ainda que todo mundo tenha o direito a uma segunda chance. A situação não repetiu o grave equívoco de "O Outro Lado do Paraíso" (2017), quando Gael (Sérgio Guizé) foi transformado quase em um herói no final, e Walcyr ao menos aprendeu a lição, mas não precisava. Outro problema visível foi a perseguição exaustiva de Tadeu a Anely. O contexto envolvendo a Rainha Delícia divertiu no começo, mas depois perdeu a graça. Muito tempo de cena perdido em uma sucessão de bobagens. Ao invés de ter focado nisso, daria para criar um enredo interessante para Odilon, que ficou avulso no roteiro depois que Anely se juntou a Luigi. Jonathan Azevedo foi sendo empurrado para vários núcleos até parar no bordel. A trama envolvendo Yandara (Rafaela Cocal) também merecia mais destaque, enquanto a entrada na reta final de Natercinho (Daniel Rocha) pouco acrescentou. O ponto negativo fica em cima da fuga da Irene,
depois de ter sequestrado Danielzinho, que beirou o absurdo já que a vilã estava desarmada diante de vários policiais. Vale destacar ainda o final de Irene, rica e plena ao lado de um milionário interpretado por Rodrigo Lombardi. E com um filho adotado. Mas a dúvida permaneceu: adotado mesmo ou roubado?
o fim do mistério do assassinato de Agatha. A vilã teve um final apoteótico, digno de sua participação, e já tinha sido desvendado que Irene tinha dado os três tiros na rival, que agonizava na escada. Mas quem empurrou ainda era dúvida. Só que no final das contas, até o envenenamento provocado por Angelina foi criminoso. Ao contrário do que disse em seu depoimento, a governanta não trocou as xícaras. Ela botou veneno para Agatha tomar, mas a vilã logo sentiu o gosto e foi correndo pegar o antídoto. E na escada estava Gentil, que a empurrou. Um plot twist que não foi vazado pela imprensa, fazendo jus a vários finais do Walcyr que surpreendem o público, vide César (Antônio Fagundes) com Félix (Mateus Solano) em "Amor à Vida". A troca de risadas entre Angelina e Gentil encerrou o enigma com chave de ouro. Vale lembrar que os dois eram os únicos que sabiam que Agatha estava na prisão e não morta durante os anos que ficou sumida.
Ou seja, um novo segredo guardado a sete chaves pela dupla.
Infelizmente, os mocinhos perderam espaço. Aline sempre será lembrada como a protagonista do Walcyr que não teve uma baita guinada — e acho que se apagou mais que a Filó de “Êta Mundo Bom” —, mas a Bárbara Reis é competente e a gente ainda torcia por ela de alguma forma. Do Caio não dá para dizer o mesmo. O personagem era inverossímil nos primeiros capítulos,
além daquele amor louco pela Aline que chegava a forçar as coisas. Ela não tinha obrigação de gostar dele porque ele gostava dela, muito menos o Daniel merecia toda aquela humilhação da parte do irmão porque era com ele que a Aline queria ficar naquele momento. Para alguém que nasceu “jogado às traças”, eram lampejos de egoísmo insuportáveis. O Caio era boa pessoa, mas não dá pra dizer que ele cresceu com a trama. Deu pena que a mãe que ele amava era uma vaca? Deu.
E só! O personagem pra mim deu uma derrubada na visão do Cauã como ator, que tinha brilhado em ULAS. Além do mais, mesmo ele parecendo mais jovem, chega de fazer personagens tão mais novos que ele! Vai ser pai de adolescente, um quarentão que não aceita a idade, alguma coisa assim! Se mexe, Globo!
Agora uma coisa que eu nunca vou esquecer dessa novela é: TODAS as crianças eram um amor! A Rosa foi a que menos apareceu, ainda assim era legal. O Christian era um doce e encarou coisas pesadas em casa e na escola, e o João era um querido também, minha criança favorita da novela (e a relação dele com o Caio era bonito de ver).
Algumas coisas já estavam enchendo o saco, como o casal Ramiro e Kelvin, não aguentava mais aquele lenga lenga deles... Mas gostava do Kelvin sozinho! No geral eu gostei da novela!
Uma das aberturas mais bonitas de novelas! A trama é 'ok', melhorou quando a Eliane Giardini entrou e colocou em foco os três personagens Irene x Ágata x Tonhão. Mocinha e história principal apagadas, mas acho que isso é típico do Walcyr.
No início estava péssima, tanto que perdi vários capítulos, mas do meio pro fim melhorou significamente. Os coadjuvantes sustentaram a novela nas costas 80% do tempo de exibição. Vi muitos erros de cena, do desenvolver da história também mas que não vale pontuar. Quanto a isso -erro ou acerto- foi 50/50. Achei o final muito bom, para todos os personagens, e um tanto realista também em relação à Irene, pq a gente sabe que isso acontece, mesmo não gostando. Mas ainda assim, não foi uma BOA novela. Foi bem mediana.
Tinha esquecido de marcar essa novela, a dupla da duologia: Se Eu Fosse Você voltaram a trabalhar juntos nessa novela que Tony Ramos faz o papel de corno surtado e caricato, já seria péssimo ser casado com uma mulher horrenda como Glória Pires e ser corno seria vergonhoso demais, tentaram fazer uma novela na pegada policial, mas infelizmente não deu certo, tudo muito forçado.
A novela também teve erros incontestáveis. A saga da Aline não empolgou e andou em círculos ao longo dos meses. A mocinha sempre era ameaçada por Antônio,
enfrentava o vilão, acabava sofrendo alguma consequência grave (prisão, incêndio da plantação e perda das terras)
depois de ter sequestrado Danielzinho, que beirou o absurdo já que a vilã estava desarmada diante de vários policiais. Vale destacar ainda o final de Irene, rica e plena ao lado de um milionário interpretado por Rodrigo Lombardi. E com um filho adotado. Mas a dúvida permaneceu: adotado mesmo ou roubado?
O ponto alto do último capítulo foi
o fim do mistério do assassinato de Agatha. A vilã teve um final apoteótico, digno de sua participação, e já tinha sido desvendado que Irene tinha dado os três tiros na rival, que agonizava na escada. Mas quem empurrou ainda era dúvida. Só que no final das contas, até o envenenamento provocado por Angelina foi criminoso. Ao contrário do que disse em seu depoimento, a governanta não trocou as xícaras. Ela botou veneno para Agatha tomar, mas a vilã logo sentiu o gosto e foi correndo pegar o antídoto. E na escada estava Gentil, que a empurrou. Um plot twist que não foi vazado pela imprensa, fazendo jus a vários finais do Walcyr que surpreendem o público, vide César (Antônio Fagundes) com Félix (Mateus Solano) em "Amor à Vida". A troca de risadas entre Angelina e Gentil encerrou o enigma com chave de ouro. Vale lembrar que os dois eram os únicos que sabiam que Agatha estava na prisão e não morta durante os anos que ficou sumida.
Infelizmente, os mocinhos perderam espaço. Aline sempre será lembrada como a protagonista do Walcyr que não teve uma baita guinada — e acho que se apagou mais que a Filó de “Êta Mundo Bom” —, mas a Bárbara Reis é competente e a gente ainda torcia por ela de alguma forma. Do Caio não dá para dizer o mesmo. O personagem era inverossímil nos primeiros capítulos,
além daquele amor louco pela Aline que chegava a forçar as coisas. Ela não tinha obrigação de gostar dele porque ele gostava dela, muito menos o Daniel merecia toda aquela humilhação da parte do irmão porque era com ele que a Aline queria ficar naquele momento. Para alguém que nasceu “jogado às traças”, eram lampejos de egoísmo insuportáveis. O Caio era boa pessoa, mas não dá pra dizer que ele cresceu com a trama. Deu pena que a mãe que ele amava era uma vaca? Deu.
Agora uma coisa que eu nunca vou esquecer dessa novela é: TODAS as crianças eram um amor! A Rosa foi a que menos apareceu, ainda assim era legal. O Christian era um doce e encarou coisas pesadas em casa e na escola, e o João era um querido também, minha criança favorita da novela (e a relação dele com o Caio era bonito de ver).
Algumas coisas já estavam enchendo o saco, como o casal Ramiro e Kelvin, não aguentava mais aquele lenga lenga deles... Mas gostava do Kelvin sozinho! No geral eu gostei da novela!
Uma das aberturas mais bonitas de novelas! A trama é 'ok', melhorou quando a Eliane Giardini entrou e colocou em foco os três personagens Irene x Ágata x Tonhão. Mocinha e história principal apagadas, mas acho que isso é típico do Walcyr.
No início estava péssima, tanto que perdi vários capítulos, mas do meio pro fim melhorou significamente. Os coadjuvantes sustentaram a novela nas costas 80% do tempo de exibição.
Vi muitos erros de cena, do desenvolver da história também mas que não vale pontuar. Quanto a isso -erro ou acerto- foi 50/50.
Achei o final muito bom, para todos os personagens, e um tanto realista também em relação à Irene, pq a gente sabe que isso acontece, mesmo não gostando.
Mas ainda assim, não foi uma BOA novela. Foi bem mediana.