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Bridge Across Time - Estados Unidos da América
Sinopse
Depois de um século, Jack o Estripador está de volta. Cara a cara com o assassino mais perigoso de toda a história, a polícia tem que impedir que todos aqueles crimes se repitam. Mas Jack continua astuto e perspicaz.
Terror At London Bridge 1985, no Brasil Terror na Ponte de Londres.
Filme feito para a TV que tenta pegar a figura do Jack The Ripper e jogar dentro de uma trama policial com elementos espirituais, misturando investigação, assassinatos e uma explicação sobrenatural para justificar a volta do assassino em um novo lugar e em outro tempo. A ideia em si é curiosa e tem potencial, principalmente porque trabalha com um nome forte do imaginário popular e tenta criar uma sensação constante de ameaça enquanto os personagens tentam entender o que está acontecendo. O problema é que, apesar da proposta chamar atenção e prometer algo mais tenso e presente, o filme acaba caminhando mais para explicações e teorias do que para acontecimentos realmente impactantes, criando uma expectativa que nem sempre se sustenta na prática e já preparando o terreno para várias das falhas que aparecem ao longo da narrativa.
O filme é bem ambientado, tem uma fotografia legal tanto de dia quanto à noite, com alguns momentos em que o clima realmente funciona e ajuda a segurar o interesse mesmo quando a história dá umas travadas. Porém, eu achei que é muita teoria e pouca prática, faltou mais presença do assassino, apareceu pouco e
só no final que realmente ele aparece mais, mas aí o filme já tava acabando, ficou um assassino sem apelo nenhum, meio que mal desenvolvido, mesmo já sabendo quem é,
o que acaba diminuindo bastante o impacto geral da trama e deixando tudo meio morno. Eu achei também que essa trama mais espiritual,
com ele sendo o mesmo que atacou o século passado, bem fraca e muito forçada, poderia ter feito algo melhor com o que tinham em mãos e explorado mais a parte investigativa em vez de ficar tentando justificar tudo com explicação sobrenatural meio jogada.
Personagens secundários bem chatos, como aquele pau no cu do Whitfield (Lane Smith), que mais irrita do que acrescenta algo relevante, e até o Chefe Dawson (Clu Gulager), o parceiro do personagem principal Joe Nez (Randolph Mantooth), é bem fraco e não tem personalidade nenhuma, assim como Lynn Chandler (Adrienne Barbeau), sem carisma nenhum e totalmente artificial, só tava ali para elo emocional com o protagonista Don Gregory (David Hasselhoff), que foi o melhorzinho do filme, porém tava fácil se destacar em meio ao marasmo técnico do filme e à falta de força do restante do elenco e dos personagens mal desenvolvidos.
Não gostei dele foi essa história para dar mais apelo ao final em que ele precisaria usar a arma, esse papo de que ele matou uma criança e não usava arma, como que um policial não usa arma? Enfrenta bandido no murro agora? Forçado demais, e parece mais uma tentativa preguiçosa de criar drama rápido do que um desenvolvimento real do personagem ao longo da história.
Mas, enfim, o filme tem mais coisas ruins que boas, poderia ter sido um pouco mais acima da média se tivesse trabalhado melhor o assassino e diminuído as explicações desnecessárias, mas é curto e vale pela curiosidade, principalmente para quem gosta de produções oitentistas ou de qualquer coisa envolvendo Jack The Ripper, embora, se tratando de Jack The Ripper, eu esperava mais.
Vi há décadas na TV aberta. Quando anunciava no SBT nos comerciais era um êxtase aguardar a Sessão das Dez para poder assisti-lo. Contudo, o sentimento de nostalgia acabou quando revi-o recentemente. A começar pela ambientação fake imbuída na atmosfera do filme. O início que Jack - O Estripador é perseguido e baleado pelos policiais, percebe-se o nevoeiro nas ruas tal qual as noites londrinas. Porém, quando o assassino retorna depois de um século percebe-se que não é Londres, mas qualquer cidade de Los Angeles, demonstrada pela paisagem seca e desértica. Há bandeiras londrinas asteadas, mas o furo de roteiro (o que mais surge durante a projeção) não deixa mentir quando surge uma bandeira americana. Sem contar no roteiro inconsistente, totalmente incoeso e nada crível. Não dá para engolir aquela cena estapafúrdia no início do filme, com Jack - O Estripador retornando depois de um século (ridículo, sem lógica e doidivano). Para tentar salvar o filme com tantas incoerências, escalaram dois astros de séries norte americanas oitentistas que estavam no auge do sucesso; David Hasselhoff (da série A Super Máquina, e demais séries de sucesso no seu currículo) e Stepfanie Kramer (da série Tiro Certo, exibido muito pela Rede Globo nos anos 80). E ainda, a presença carismática de Adrianne Barbeau. Entretanto, as estrelas da época não foram suficientes para salvar o filme das inconsistências roteirísticas da direção absurda, quase amadorística. Vale uma olhadela pelo sabor de nostalgia. Mas como obra fílmica oitentista falha muito.
Nunca tinha ouvido falar desse filme que inclusive é estrelado pelo meu "bom amigo" David Hasselhoff.
"Terror na Ponte de Londres" é um filme de terror misturado com suspense, um pouco do gênero policial e até slasher.
O destaque do filme fica por conta do elenco protagonista entre o ator David Hasselhoff, na época no auge do estrelato dos anos 80 por conta do sucesso do seriado a Super Máquina e pela linda atriz Stephanie Kramer, famosa por outro seriado de sucesso dos anos 80, Tiro Certo.
O filme tem algumas cenas interessantes e mantém um bom ritmo de suspense até o final da historia.
Apesar de não ser nenhuma maravilha da sétima arte, eu até que gostei do filme.
O final chega a ser meio tenso e com algumas boas cenas de ação.
A direção ficou a cargo do diretor E. W. Swachamer, mais conhecido por séries e filmes feitos para TV dos anos 70 e 80.
Terror At London Bridge 1985, no Brasil Terror na Ponte de Londres.
Filme feito para a TV que tenta pegar a figura do Jack The Ripper e jogar dentro de uma trama policial com elementos espirituais, misturando investigação, assassinatos e uma explicação sobrenatural para justificar a volta do assassino em um novo lugar e em outro tempo. A ideia em si é curiosa e tem potencial, principalmente porque trabalha com um nome forte do imaginário popular e tenta criar uma sensação constante de ameaça enquanto os personagens tentam entender o que está acontecendo. O problema é que, apesar da proposta chamar atenção e prometer algo mais tenso e presente, o filme acaba caminhando mais para explicações e teorias do que para acontecimentos realmente impactantes, criando uma expectativa que nem sempre se sustenta na prática e já preparando o terreno para várias das falhas que aparecem ao longo da narrativa.
O filme é bem ambientado, tem uma fotografia legal tanto de dia quanto à noite, com alguns momentos em que o clima realmente funciona e ajuda a segurar o interesse mesmo quando a história dá umas travadas. Porém, eu achei que é muita teoria e pouca prática, faltou mais presença do assassino, apareceu pouco e
só no final que realmente ele aparece mais, mas aí o filme já tava acabando, ficou um assassino sem apelo nenhum, meio que mal desenvolvido, mesmo já sabendo quem é,
com ele sendo o mesmo que atacou o século passado, bem fraca e muito forçada, poderia ter feito algo melhor com o que tinham em mãos e explorado mais a parte investigativa em vez de ficar tentando justificar tudo com explicação sobrenatural meio jogada.
Personagens secundários bem chatos, como aquele pau no cu do Whitfield (Lane Smith), que mais irrita do que acrescenta algo relevante, e até o Chefe Dawson (Clu Gulager), o parceiro do personagem principal Joe Nez (Randolph Mantooth), é bem fraco e não tem personalidade nenhuma, assim como Lynn Chandler (Adrienne Barbeau), sem carisma nenhum e totalmente artificial, só tava ali para elo emocional com o protagonista Don Gregory (David Hasselhoff), que foi o melhorzinho do filme, porém tava fácil se destacar em meio ao marasmo técnico do filme e à falta de força do restante do elenco e dos personagens mal desenvolvidos.
Não gostei dele foi essa história para dar mais apelo ao final em que ele precisaria usar a arma, esse papo de que ele matou uma criança e não usava arma, como que um policial não usa arma? Enfrenta bandido no murro agora? Forçado demais, e parece mais uma tentativa preguiçosa de criar drama rápido do que um desenvolvimento real do personagem ao longo da história.
Mas, enfim, o filme tem mais coisas ruins que boas, poderia ter sido um pouco mais acima da média se tivesse trabalhado melhor o assassino e diminuído as explicações desnecessárias, mas é curto e vale pela curiosidade, principalmente para quem gosta de produções oitentistas ou de qualquer coisa envolvendo Jack The Ripper, embora, se tratando de Jack The Ripper, eu esperava mais.
Assistido em 11/02/2026
Achei em lugar nenhum :/
FILME COMPLETO DE GRAÇA NO YOUTUBE PARA VOCÊ CONFERIR! TERROR AT LONDON BRIDGE, 1985 https://youtu.be/U4l9CParDZw
Vi há décadas na TV aberta. Quando anunciava no SBT nos comerciais era um êxtase aguardar a Sessão das Dez para poder assisti-lo. Contudo, o sentimento de nostalgia acabou quando revi-o recentemente. A começar pela ambientação fake imbuída na atmosfera do filme. O início que Jack - O Estripador é perseguido e baleado pelos policiais, percebe-se o nevoeiro nas ruas tal qual as noites londrinas. Porém, quando o assassino retorna depois de um século percebe-se que não é Londres, mas qualquer cidade de Los Angeles, demonstrada pela paisagem seca e desértica. Há bandeiras londrinas asteadas, mas o furo de roteiro (o que mais surge durante a projeção) não deixa mentir quando surge uma bandeira americana.
Sem contar no roteiro inconsistente, totalmente incoeso e nada crível. Não dá para engolir aquela cena estapafúrdia no início do filme, com Jack - O Estripador retornando depois de um século (ridículo, sem lógica e doidivano).
Para tentar salvar o filme com tantas incoerências, escalaram dois astros de séries norte americanas oitentistas que estavam no auge do sucesso; David Hasselhoff (da série A Super Máquina, e demais séries de sucesso no seu currículo) e Stepfanie Kramer (da série Tiro Certo, exibido muito pela Rede Globo nos anos 80). E ainda, a presença carismática de Adrianne Barbeau. Entretanto, as estrelas da época não foram suficientes para salvar o filme das inconsistências roteirísticas da direção absurda, quase amadorística. Vale uma olhadela pelo sabor de nostalgia. Mas como obra fílmica oitentista falha muito.
Nunca tinha ouvido falar desse filme que inclusive é estrelado pelo meu "bom amigo" David Hasselhoff.
"Terror na Ponte de Londres" é um filme de terror misturado com suspense, um pouco do gênero policial e até slasher.
O destaque do filme fica por conta do elenco protagonista entre o ator David Hasselhoff, na época no auge do estrelato dos anos 80 por conta do sucesso do seriado a Super Máquina e pela linda atriz Stephanie Kramer, famosa por outro seriado de sucesso dos anos 80, Tiro Certo.
O filme tem algumas cenas interessantes e mantém um bom ritmo de suspense até o final da historia.
Apesar de não ser nenhuma maravilha da sétima arte, eu até que gostei do filme.
O final chega a ser meio tenso e com algumas boas cenas de ação.
A direção ficou a cargo do diretor E. W. Swachamer, mais conhecido por séries e filmes feitos para TV dos anos 70 e 80.
Recomendado para quem é fã do gênero.
Ano - 1985