O roteiro foi diretamente inspirado nas notícias reais dos bastidores de Jurassic World: Domínio (2022), quando a produção do filme gastou milhões de dólares para alugar um hotel inteiro na Inglaterra por meses para isolar o elenco e conseguir terminar as filmagens em segurança. Judd Apatow leu sobre isso e pensou: "Preciso fazer uma comédia sobre esse confinamento".
Além de satirizar a paranoia que tomou conta da humanidade na época da pandemia o filme também aproveita para zombar dos bastidores das produções de Hollywood e da modinha dos "influencers" que nunca perdem a oportunidade de inventar uma dancinha pra ganhar likes.
A ideia de fazer um "filme dentro do filme" funcionou bem e justificou as restrições de locações que haviam na época. Mas o filme é mais longo que o necessário e muitas situações se tornam repetitivas. Apesar disto na última meia hora o filme melhora, após a parte onde o elenco fica chapado de cocaína, se rebelando contra o diretor e fugindo do confinamento.
Então dentro da proposta de zombar dos exageros de protocolos de segurança impostos durante a pandemia conseguiram fazer um bom trabalho. No futuro essa comédia ainda vai se tornar "cult" e quem passou por aquele período insano vai se identificar com várias situações bizarras vistas no filme.
O Judd Apatow que eu tanto amei está de volta! Paradoxalmente, o problema maior aqui é justamente aquele que considero uma das virtudes do diretor: a capacidade de esticar ao máximo o tempo dramático de uma piada. Por vezes, a situação geral fica repetitiva, mas o elenco está tão bem entrosado, as participações especiais são tão divertidas, as reflexões geracionais são tão necessárias e as referências 'pop' são tão bem inseridas, que eu curti muito: a seqüência das humilhações progressivas dos produtores é genial, por exemplo. Karen Gillan está carismática enquanto protagonista, Leslie Mann e David Duchovny encarnam o típico casal apatowiano, e Iris Aaptow cumpre bem o seu papel. Curiosamente, a série A FRANQUIA possui situações muito similares a este filme: quem copiou quem? De minha parte, apreciador-fã, estranhei que esta obra não fosse tão divulgada quanto merecia. Eu curti: é quase ótimo! (WPC>)
O roteiro foi diretamente inspirado nas notícias reais dos bastidores de Jurassic World: Domínio (2022), quando a produção do filme gastou milhões de dólares para alugar um hotel inteiro na Inglaterra por meses para isolar o elenco e conseguir terminar as filmagens em segurança. Judd Apatow leu sobre isso e pensou: "Preciso fazer uma comédia sobre esse confinamento".
Além de satirizar a paranoia que tomou conta da humanidade na época da pandemia o filme também aproveita para zombar dos bastidores das produções de Hollywood e da modinha dos "influencers" que nunca perdem a oportunidade de inventar uma dancinha pra ganhar likes.
A ideia de fazer um "filme dentro do filme" funcionou bem e justificou as restrições de locações que haviam na época. Mas o filme é mais longo que o necessário e muitas situações se tornam repetitivas. Apesar disto na última meia hora o filme melhora, após a parte onde o elenco fica chapado de cocaína, se rebelando contra o diretor e fugindo do confinamento.
Então dentro da proposta de zombar dos exageros de protocolos de segurança impostos durante a pandemia conseguiram fazer um bom trabalho. No futuro essa comédia ainda vai se tornar "cult" e quem passou por aquele período insano vai se identificar com várias situações bizarras vistas no filme.
Divertido, mas não muito. Uma mistura bem maluca kkkk
O Judd Apatow que eu tanto amei está de volta! Paradoxalmente, o problema maior aqui é justamente aquele que considero uma das virtudes do diretor: a capacidade de esticar ao máximo o tempo dramático de uma piada. Por vezes, a situação geral fica repetitiva, mas o elenco está tão bem entrosado, as participações especiais são tão divertidas, as reflexões geracionais são tão necessárias e as referências 'pop' são tão bem inseridas, que eu curti muito: a seqüência das humilhações progressivas dos produtores é genial, por exemplo. Karen Gillan está carismática enquanto protagonista, Leslie Mann e David Duchovny encarnam o típico casal apatowiano, e Iris Aaptow cumpre bem o seu papel. Curiosamente, a série A FRANQUIA possui situações muito similares a este filme: quem copiou quem? De minha parte, apreciador-fã, estranhei que esta obra não fosse tão divulgada quanto merecia. Eu curti: é quase ótimo! (WPC>)
Confesso que fez-me rir (mas em poucos momento), porém o filme, como um todo, é sem graça e mal estruturado, não me envolveu e pareceu inacabável.
Até que eu me diverti com esse filme. Dei algumas risadas. 02.04.2022