Dirigido por
Data de lançamento
10 Ago. 2006Duração
Nick Larson (Eric Lively) está feliz da vida: a empresa em que trabalha vai muito bem e seu namoro com Julie (Erica Durance) parece perfeito. Porém tudo muda quando ele recebe um telefonema de seu supervisor, que exige sua presença exatamente no dia do aniversário de Julie. Devido a isto uma série de eventos acontece, resultando na morte de 3 pessoas, entre elas Julie. Um ano mais tarde Nick passa a ter estranhos surtos epilépticos, onde mantém a consciência mas tem a impressão de estar viajando no tempo. É quando ele resolve mudar o ocorrido em sua vida, evitando que a morte de Julie aconteça.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Chega a ser até uma decepção esse filme, pra quem tem como o primeiro um dos seus filmes favoritos. Não chega nem aos pés do primeiro filme, mas da pra assistir.
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente na época do dvd, odiava muito esse filme, mas depois de rever, só considero uma continuação ruim de uma obra prima, repete os mesmos elementos do primeiro filme, só que com nenhuma das qualidades, difícil sentir empatia pelo protagonista, principalmente depois de tantas atitudes egoístas, a única parte interessante que eu gostei e achei original foi o
final com o protagonista reencarnando como o próprio filho bebê dele.
Ranking:
9.0/100=(Efeito Borboleta 1) (Versão Theatrical) Efeito Borboleta (2004)
6.0/100=(Efeito Borboleta 3) Efeito Borboleta 3 (2009)
6.0/100=(Efeito Borboleta 1) (Versão do Diretor) Efeito Borboleta (2004)
4.6/100=(Efeito Borboleta 2) Efeito Borboleta 2 (2006)
O primeiro filme não é perfeito mas tinha um bom desenvolvimento, com elipses que se tornavam surpreendentes com o desenrolar da trama. Mas essa continuação é apenas aborrecida e forçada. O único ponto positivo é que Eric Lively é um pouco mais expressivo que Ashton Kuthcer.
24.10.2006
“Efeito Borboleta 2” tenta repetir a fórmula do original, mas se perde em uma trama rasa e sem intensidade. O que antes era um mergulho em traumas e escolhas devastadoras, aqui vira um drama previsível sobre carreira e romance. Eric Lively não consegue trazer o peso que Ashton Kutcher deu ao personagem no primeiro filme. Erica Durance é linda e carismática, mas aqui é limitada por um roteiro frágil e sem impacto. As mudanças no tempo soam banais, sem a força ou o choque das cenas do original. O final forçado escancara a falta de profundidade, ainda mais sem a melancolia de "Stop Crying Your Heart Out".
No fim, é uma sequência muito inferior, que nos faz desejar apenas rever o primeiro.