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Data de lançamento
5 Fev. 2016Duração
Travis Parker (Benjamin Walker) tem uma vida confortável, um bom emprego, amigos leais e uma casa em pequena cidade costeira. Ele busca diariamente viver plenamente e acredita que um relacionamento sério limitaria o seu estilo de vida. Isso até que Gabby Holland (Teresa Palmer) se muda para a casa ao lado. Mesmo que ela tenha um namorado, a moça o instiga logo de cara e faz com que os dois se entreguem a uma relação que nenhum deles esperava. Baseado em romance do autor Nicholas Sparks.
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Sonifero.
Que filme preguiçoso.
Poderiam ter desenvolvido a história e os personagens muito melhor, sem contar no protagonista com zero carisma, escorando o casal na beleza e carisma da Teresa Palmer.
O casal é sem sal, o envolvimento é mal explorado e o momento de maior drama e apelo que é o aguardar pelo desfecho da Gabbie também consegue ser anticlimax.
Mas dá pra passar o tempo com seu cônjuge.
THE CHOICE
Direção: Ross Katz
Ano: 2016
Assistido em: 29/06/2024
Nunca cheguei a ler nenhum livro do Nicholas Sparks, romance não faz minha praia, mas quando eu quero assistir um filme simplesinho, sem uma história muito profunda, um romance água com açúcar, eu acabo sempre procurando por alguma obra dele, porque ele consegue despertar algo em mim, seja pro bem ou pro mal, e nesse caso em questão ele conseguiu despertar um sentimento diferente, que nunca tinha conseguido com nenhum outro filme inspirados em seus trabalhos: indignação.
Gabby é uma estudante de medicina que se muda para a casa ao lado de Travis, um veterinário charmoso e despreocupado que vive a vida ao máximo. Apesar de ter um relacionamento sério, Gabby se sente atraída por Travis e logo os dois iniciam um romance intenso. Enquanto lida com os sentimentos por Travis, Gabby precisa tomar uma decisão difícil sobre seu futuro e o que realmente deseja para sua vida.
Sou uma pessoa que tem completa aversão a traição, não importa o tipo, não me entra na cabeça, para mim é injustificável, sem explicação e sem perdão. Portanto eu não consigo torcer para um casal que nasce de uma traição. Se o Ryan ao menos fosse um canalha, um um desgraçado eu até conseguiria entender, mas o cara é muito gente boa, um homem honesto, trabalhador e apaixonado, e mesmo assim foi traído na cara dura, então eu não consigo torcer pelo casal protagonista, só conseguia ver dois cretinos que estavam construindo a felicidade em cima do sofrimento de outra pessoa, e por isso eu passei a torcer para que dessa vez o Sparks desce uma bela lição nesses dois safados, mas ele só fez uma besteirinha ali no final, que não chega a ser nada sério.
O elenco de fato é uma delícia de se admirar, tem gente bonita para todos os gostos, Benjamin Walker, Tom Welling, Teresa Palmer, Alexandra Daddario, mas todos os personagens são ruins, mas até aí nada muito diferente dos demais filmes baseados em Nicholas Sparks. O roteiro e a direção também não trazem nada de novo, é a água com açúcar de sempre, já esperada em todo romance.
O grande diferencial de The Choice é que ele não me deixou irritado com os protagonistas por serem burros como uma porta e criarem impedimentos estúpidos para não ficarem juntos, mas sim por serem dois sem vergonhas traidores e sem caráter. E mesmo que eu torcesse para eles serem punidos de alguma forma, eles tiveram direito ao final feliz e romântico mequetrefe como toda produção desse gênero comumente tem. No geral o filme funciona como uma boa distração, ficar revoltado com os protagonistas me deixou entretido por quase duas horas, mas mesmo assim foi impossível não sentir que a história se arrastou bastante principalmente no terceiro ato, e poderia ter sido melhor resolvida se terminado antes, pois os acontecimentos finais, não fazem nenhuma diferença no resultado geral apresentado.
não sou exigente pra filme de romance não, mas esse aqui passou do ponto demais
Filme completamente fora da realidade, mas a realidade tem batido tão forte na minha cara ultimamente, que eu tava precisando assistir algo assim: Meloso, bobo, clichê, sem coerência, vergonha alheia e com um final feliz.
O filme é ruim, gente. Mas às vezes só o que a gente quer é assistir algo que não exija muitos pensamentos, sabe? Me deixa. Hahahahaha