Emily Parker é uma bela advogada de sucesso. Ao conhecer Billy apaixona-se por ele que logo a pede em casamento dando-lhe um antigo anel de noivado. A partir daí estranhos eventos começam a ocorrer em sua vida: o fantasma de Marie, a antiga dona do anel, aparece para ela revelando-lhe que havia sido assassinada. Dotada dessas visões Emily torna-se um elo importante para a solução do caso. Passando pelo terror da incerteza de que o assassino pode estar mais próximo do que ela imagina. E...será que Billy apareceu em sua vida por acaso ou não?
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É um filme com a premissa, hoje clichê, de espíritos que tentam se comunicar com os vivos para resolver algum assunto pendente deixado em vida. Esse plot era o mesmo da série "Ghost Whisperer" em todos os seus episódios e de vários outros filmes como o ótimo "Sexto sentido".
O tema em si, apesar de clichê, me interessa, o problema é quando é mal desenvolvido, como neste suspense mediano.
O elenco é bom, com nomes bem conhecidos como Anne Heche, Kathleen Quinlan e Chris Sarandon (que aparece só pela metade do filme), mas o roteiro não ajuda, o ritmo é lento e cansativo.
O final
revela as ligações da família do noivo de Emily (Heche) com o assassinato da moça cujo espírito ela via em todo canto.
E a cena final não poderia ser mais absurda, graças aos seus poderes mediúnicos Emily descobre que o pai de seu noivo é um assassino e causa sua prisão, mas termina com a festa de casamento de Emily, com todos felizes e ninguém revoltado com a "vidente".
"Mandei seu pai para a prisão, mas e daí? o que importa é que a defunta resolveu suas pendências e me livrei dessas visões perturbadoras."
Eva Longoria em destaque no cartaz do filme, é piada, seu personagem é pra lá de coadjuvante e pouco aparece.
Anne Heche e Eva Longoria seguram bem as pontas neste suspense fraco mas que prende a atenção do início ao fim. O roteiro deixa bastante a desejar assim como a produção televisiva, mas se ignorar tais defeitos dá pra tirar proveito da trama e ficar instigado com a história.
e se os por obstante olhos dispoem do espelho da alma para alguns, pelo visto ja para outros bem ? objetos tendem a significar algo mais em meio a tais vidas estupidas que nao sejam reles pertences de valor ou meramente insignificantes, e por consequencia seja em curto ou longo prazo, vindo a contribuir em prol de que portas o sejam abertas visando esclarecimentos cujo em situações tradicionais a tendencia seria que vulgo jamais o fossem devidamente feitos, cujo em palavras mais simples ao quem sabe menos propensos a portar uma massa encefalica ou sequer utiliza la no dia a dia, somente + um xexelento longa realizado ha exatos 15 anos entre tantos visivelmente caça niquel diga se passagem, contudo que em absolutamente nada o faria falta a quem jamais lhe conceda a oportunidade de devidamente aferi lo, resumindo a quem interessar ou não possa, se quiser podem passar tanto perto ou longe deste potencial morto que fala, contudo o ganho em entretenimento seja de uma ou outra escolha acredite, SERÁ O MESMO, quase nenhum, e ponto final. MEDIANISSIMO. " faladamente" NOTA 7.0
Esse suspense feito para a TV provoca mais bocejos do que interesse, já que a história é chatinha e é esticada ao máximo pra tentar preencher toda a duração. Perda de tempo.
nunca menosprezem a capacidade de outrora o passado de certa forma voltar, em prol de acertar as devidas contas com o atual presente, afinal de contas, é inegavel que as chamadas arestas ainda não totalmente apagadas, se não conclamam uma especie de esfera negativa no ar, ao menos fazem que mesmo os mais indiferentes ao reflexos da completa satisfação atemporal eminente ao que porventura ja passou, em algum momento tendam a mudar o propio conceito sobre isto, logico, como cetico, assim como alguem pautado a conceder pouca relevancia as coisas não terrenas, sucinto não ver a capacidade de que tolices imergidas a simples lendas urbanas, ou fenomenos paranormais adquiram tamanhas proporções, entretanto pelo sim ou pelo não, se não concordo, o que é verdade, ao menos as RESPEITO, afinal de contas, antes não ser amigo do desconhecido, no entanto longe do caminho dele, do que mais do que familiarizado, estar a plena merce DELE. nota 6.0