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Uma família vive isolada em um bunker subterrâneo há 20 anos após o colapso do mundo. Composta por uma mãe ex-bailarina, um pai ex-executivo e um filho nascido no isolamento, a família segue uma rotina rígida e cheia de mitos sobre o passado. Mas quando uma mulher misteriosa aparece à porta, vinda de um mundo devastado, as verdades guardadas começam a desmoronar. À medida que as tensões aumentam, cada membro da família é forçado a confrontar suas escolhas e o impacto do isolamento em suas vidas.
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Gostei da estética, do visual, de algumas passagens e o elenco é formidável, e ótimo em cenal, fui aprendendo a gostar de musicais, mas a cantoria aqui pra mim nao flui muito bem como em outros filmes que aderiram o formato, sei que o longa tem uma mensagem pertinente, mas queria ter gostado mais, ruim não é.
A ideia de musical contido em um bunker de “The End” é legal, mas o roteiro do filme é meio bobo, as músicas são chatas e visualmente poderia ter sido mais bem resolvido.
Tem umas cenas bizarras tipo uma envolvendo peido do nada.
É uma pena, pois uma ideia interessante.
Um bom filme exibido no Festival do Rio desse ano, uma obra de difícil classificação e com muitos países produtores – Dinamarca, EUA, Irlanda, Suécia etc. Para começar, o diretor, o americano Joshua Oppenheimer, teve dois filmes indicados ao Oscar, um diretor do mundo do documentário, e que faz agora sua primeira ficção – antes ele realizou os docs controversos e complementares que falam das práticas de assassinato dos ditadores da Indonésia, ‘O ato de matar’ (2012) e ‘O peso do silencio’ (2014). Agora, em ‘The end’, reúne um elenco de bons nomes para uma espécie de drama musical scifi que se passa num estranho mundo pós-apocalíptico. Uma família vive trancada num casarão ao redor de quadros de Monet preparando o filho para a vida adulta. Do lado de fora só há escombros. Eles são a última família sobrevivente da Terra. A chegada de uma jovem desperta o interesse do rapaz e abala a vida daquela família. O quarteto está ótimo – Tilda Swinton e Michael Shannon como os pais, George MacKay como o filho, e Moses Ingram como a jovem recém-chegada – e também uma boa participação da coadjuvante Bronagh Gallagher. Um filme cult diferentão, para público específico. Exibido nos festivais de Telluride, San Sebastian e Toronto.
POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB