O filme acompanha os encontros do Arcebispo Desmond Tutu com Piet Blomfield, um assassino que procura encontrar a redenção, enquanto cumpre pena de prisão perpétua, na África do Sul, no período pós-Apartheid.
Tem um bom contexto e bons momentos, ótimas atuações, mas um roteiro confuso e uma direção que, sem trocadilhos, não soube bem para onde ir. Me segue nos meus perfis @instacinecriticas do Instagram e do @cinecriticas no Twitter e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!
O roteiro é baseado na peça teatral "O Arcebispo e o Anticristo", do advogado, ator e dramaturgo americano Michael Ashton que por ter vivido longos anos na África afirma que " a injustiça está em toda parte, mas somente na África a vemos se manifestar em todos os níveis". Na peça teatral os eventos não são uma representação de qualquer evento da vida real durante ou após o Apartheid da África do Sul mas faz uma analogia ao caso de James Seipei (Stompie Moeketsi), um ativista de quatorze anos que foi assassinado após ser sequestrado pelos guarda-costas de Winnie Mandela. Mais um bom e comovente filme de Joffé como foco no ódio racial sistêmico que faz uso de um relato fictício de um encontro entre o arcebispo Desmond Tutu e um assassino condenado em busca de redenção. A trama tem alguns momentos bem arrastados e outros ápices de tensão. Bom filme.
Marafona de filmes Roland Joffé (quarto a assistir)
É um filme bem razoável, com boas atuações, mas é apenas uma das milhares de historias que ocorreram durante o apartheid
Tem um bom contexto e bons momentos, ótimas atuações, mas um roteiro confuso e uma direção que, sem trocadilhos, não soube bem para onde ir.
Me segue nos meus perfis @instacinecriticas do Instagram e do @cinecriticas no Twitter e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!
'Perdoar é mais difícil do que odiar' Tutu
O roteiro é baseado na peça teatral "O Arcebispo e o Anticristo", do advogado, ator e dramaturgo americano Michael Ashton que por ter vivido longos anos na África afirma que
" a injustiça está em toda parte, mas somente na África a vemos se manifestar em todos os níveis". Na peça teatral os eventos não são uma representação de qualquer evento da vida real durante ou após o Apartheid da África do Sul mas faz uma analogia
ao caso de James Seipei (Stompie Moeketsi), um ativista de quatorze anos que foi assassinado após ser sequestrado pelos guarda-costas de Winnie Mandela.
Mais um bom e comovente filme de Joffé como foco no ódio racial sistêmico que faz uso de um relato fictício de um encontro entre o arcebispo Desmond Tutu e um assassino condenado em busca de redenção.
A trama tem alguns momentos bem arrastados e outros ápices de tensão.
Bom filme.
Marafona de filmes Roland Joffé (quarto a assistir)
Até que é bom, mas achei e esperava que ele fosse mais pesado.
Bom filme realizado por Joffé mas que ainda não superou seus melhores (de A Missão e Os Gritos do Silêncio).