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Data de lançamento
27 Nov. 2007Duração
Lyra Belacqua (Dakota Blue Richards) é uma órfã que foi criada na Universidade Oxford. No mundo em que vive todas as pessoas têm um "daemon", ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal. Lyra leva uma vida tranqüila até ela e seu daemon, Pantalaimon, descobrirem a existência de uma substância misteriosa chamada "pó". Isto provoca um estranho efeito nas crianças, o que faz com que as autoridades religiosas se convençam de que representa o mal. Seguindo o misterioso Lorde Asriel (Daniel Craig), seu protetor, Lyra parte em busca de uma resposta. Em Londres ela descobre que diversas crianças estão desaparecendo, entre elas Roger (Ben Walker), seu melhor amigo. Com a ajuda de um instrumento ancestral, que se parece com uma bússola de ouro, ela parte numa jornada que pode alterar o mundo para sempre.
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Temos aqui um filme que dá pra te divertir.
O enredo deixa a gente curioso pra conhecer esse universo e os rumos que a história vai tomar.
Mas no fim, tem uma edição muito confusa, com atuações que não são das melhores e um resultado final que não foi tão bom quanto poderia.
Dizem que o filme teve muita interferência do estúdio na edição e por isso a montagem ficou confusa.
O ponto alto fica para o CGI, que no fim acabou ganhando o Oscar pela tamanha qualidade na época de 2007.
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Obs.: assisti pelo HBO Max.
É legal mas nada demais
e cadê a continuação?
O filme é uma superprodução baseada em "Luzes do Norte", o primeiro livro da famosa trilogia literária "Fronteiras do Universo" (His Dark Materials) de Philip Pullman.
O visual das cenas filme é incrível, com efeitos visuais que foram considerados revolucionários para a época como os usados nos daemons e nos ursos polares de armadura. Com isso o filme levou um Oscar de Melhores Efeitos Visuais.
Mas a montagem é estranha e o ritmo apressado demais, o que prejudica o desenrolar da história e deixa o filme bagunçado, cheio de personagens subutilizados e tramas mal resolvidas. Por outro lado a crítica às artimanhas e manipulação religiosa ficam bem evidentes, fazendo o filme inclusive ser alvo de uma forte campanha de boicote por parte de organizações religiosas nos Estados Unidos que consideraram o teor da história ateísta.
Claramente o filme foi idealizado para ser o primeiro de uma trilogia, mas devido ao fracasso de bilheteria acabaram cancelando os planos para sequências. Não é uma produção ruim, mas sem a conclusão do projeto fica uma sensação de perda de tempo assistir este filme.
Filme da a sensação que do nada, absolutamente do nada as coisas aconteceram...um água com açúcar!
05/04/26